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quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Marcoenses, vamos mudar ou continuar a dança?

A campanha para as Autárquicas 2013 está já a todo o vapor no concelho do Marco. O Partido Socialista apresenta-nos um candidato independente, com uma vasta experiência e um conhecimento útil da região. O PS quer, definitivamente, neste ato eleitoral, definir-se e afirmar-se. Por isso, tem mostrado a todos os marcoenses a união que existe dentro e fora do partido em torno de um verdadeiro projeto de credibilidade. Com ideias e planos para o nosso concelho, Lino Tavares Dias garante fazer o melhor que sabe e o que faz falta à nossa terra.

Do lado de lá, temos um presidente da Câmara em funções. Alguém que tem demonstrado que ser político de carreira numa autarquia endividada não funciona. Manuel Moreira continua com a mudança tranquila (ou a dança tranquila, como dizem por aí), uma mudança que dura há oito anos e que tem muito que se lhe diga, ou não. Eu acredito que os marcoenses querem mudar de rumo, que querem um novo futuro.

Até 29 de setembro, espero assistir a uma campanha limpa, com boas ideias, sem demagogias e falsas promessas. Acima de tudo, espero eu, estamos todos a lutar por um Marco melhor! 

sexta-feira, 28 de junho de 2013

João Proença e Paulo Paraty com Lino Tavares Dias

João Proença, ex-secretário geral da UGT, e Paulo Paraty, antigo árbitro internacional, estarão na sessão «Desporto e associativismo», organizada pela candidatura de Lino Tavares Dias à Câmara Municipal do Marco. A não perder, este sábado, a partir das 21h30 no auditório municipal. 


terça-feira, 5 de março de 2013

Que futuro queremos para o Marco?


Este continuará a ser um ano agitado, não só a nível nacional, mas também local. Até finais de Setembro, as eleições autárquicas voltarão a trazer-nos a uma realidade mais próxima, que, embora nunca esquecida, tem sido deixada um pouco mais de parte devido à realidade nacional.

O desafio que enfrentamos no Marco de Canaveses é deveras importante e merece uma avaliação profunda. Já lá vão quase oito anos de governação de Manuel Moreira e, por isso, é necessário que dispensemos algum tempo para fazermos um pequeno mas central raciocínio: o que mudou nos dois últimos mandatos autárquicos no Marco e o que poderia ter mudado?

Antes de mais, é importante recordar o que somos: Temos uma das mais baixas coberturas das redes de água e saneamento do país; temos uma rede de transportes públicos que tem vindo a ser profundamente e continuamente prejudicada, colocando em causa a mobilidade da população; não temos um documento orientador da estratégia territorial actualizado (PDM), que tem provocado um desregulado e, muitas das vezes, ilegal crescimento urbano; assistimos a uma tendência assustadoramente crescente da taxa de desemprego, que já está entre as mais altas da região Norte; emigração crescente de jovens num concelho sem uma verdadeira política para a juventude; incapacidade de potenciar uma dinâmica de turismo sustentável que valorize o património natural e arquitectónico do território; incapacidade de atracção de investimento económico; enfraquecimento e perda de valências no sector da saúde; aposta tímida na educação.

Obviamente, a herança deixada por anteriores executivos condicionou muito a acção do actual presidente da câmara, mas esta não pode ser a eterna "desculpa" de Manuel Moreira. Muito se pode fazer com pouco dinheiro. A principal incapacidade do actual executivo parece ser a ausência de vontade em traçar um futuro, um plano a longo prazo para o Marco. A estratégia tem vindo a ser "ir vivendo", mas os marcoenses pedem mais do que isso: é necessário pensar, idealizar e traçar uma visão estratégica. Não chega elaborar projectos irrealistas para apresentar nos momentos eleitorais e depois tudo cair num saco sem fundo, como tem acontecido até aqui: são exemplos a prometida renovação da biblioteca municipal, a construção do centro cultural da Casa dos Arcos ou do parque fluvial de Alpendorada, a requalificação da zona ribeirinha do Torrão ou os projectos para a Casa de Quintã e para o Carrapatelo.

Não. Não queremos projectos populistas para os quais nem sequer se prevê financiamento. Não queremos o discurso demagogo dos últimos anos. Queremos, sim, novas ideias, novas formas de fazer política, mais atenção às pessoas, uma política de proximidade, de sentido comunitário.

Por estes e muitos mais motivos, é urgente que os marcoenses reflictam acerca do que desejam para um futuro próximo. As autárquicas podem marcar um ponto de viragem no rumo do Marco de Canaveses e esse momento depende de todos e de cada um de nós. Daqui a pouco mais de meio ano, seremos chamados a decidir. 

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Quais as razões porque sou candidato em Marco de Canaveses? por Lino Tavares Dias


Sou arqueólogo há mais de trinta anos.

Um dia, em 1980, fui desafiado a vir do Porto até uma pequena aldeia do Marco de Canaveses, para analisar um sítio onde diziam aparecer “trastes antigos”.

Alguns dias depois, foi com naturalidade que iniciei escavações arqueológicas num lugar aparentemente inóspito dessa aldeia com o topónimo Freixo.

Os trabalhos de investigação nunca mais pararam até hoje. Na aldeia do Freixo foi sediado o laboratório, embora o estudo tenha sido ampliando aos concelhos envolventes, incluindo os da margem esquerda do rio Douro.

Um dia, corria a primavera de 1989, um amigo percorreu comigo as ruínas de Tongobriga, cidade romana que a minha equipa continuava a desenterrar no Marco de Canaveses.

No dia seguinte, esse meu amigo (Luís Varela) ofereceu-me um poema a que deu o título:

AS MÃOS DO ARQUEÓLOGO
Trazem-nos o sol doutros séculos,
Outra luz, pequenos hábitos, rituais.
Revolvem memórias, desvendam
Matérias, leem a vida
De que só tínhamos os sinais.
Vão por dentro do tempo:
Perscrutam as vozes adormecidas
Onde aprendemos a nossa voz.
Escrevem um poema de areia fina
Sobre a cidade que há no futuro.

Neste poema estão evidenciados, de forma implícita, os desafios que me levaram a aceitar o convite do partido Socialista para me candidatar no Marco de Canaveses, cerca de 33 anos depois de aqui ter começado a trabalhar.
No poema que o meu amigo escreveu,
Está o tempo – está a vida do homem ao longo dos séculos, a maturidade
Está a luz - o conhecimento,
Está o homem no seu quotidiano, nos hábitos, na crença de cada um e nos ritos coletivos que procura nas religiões.
Está a memória. Todos nós gostamos de estar bem de memória e de bem com as memórias.
Está a reflexão indispensável ao bom senso porque perscrutamos, escutamos e lemos os testemunhos e os exemplos ao longo dos séculos que nos ajudam a pensar.
Está a experiência da observação que nos permite ter opção de gosto - ser bonito ou feio.
Tudo isto é importante porque o conhecimento e a experiência ajudam a melhorar a nossa voz.
Mas esta aplicação do conhecimento e da experiência é assumida como poema escrito em areia fina, o que é uma salvaguarda inteligente, porque todas as propostas feitas pelo homem são por natureza temporárias, frágeis, com certezas sujeitas a retificações e a alterações mais ou menos subtis.
É a natureza da fragilidade da vida que nos exige que a respeitemos muito, e que, por mais milenar que ela seja, nos aconselha a recusar a existência de homens providência que nunca se enganam e raramente têm dúvidas.
E a materialização das ações deve ser na cidade que há no futuro, não só assumindo a cidade como sinónimo de território organizado mas também, e principalmente, como espaço e modelo em que o cidadão, assumido como indivíduo no gozo dos direitos civis e políticos, exerce a cidadania e, ao fazê-lo através do voto, está a intervir no futuro.
Ou seja, todo o trabalho de estudo, de investigação, de reconhecimento das estratégias milenares aplicadas ao território é interessante, mas só será importante se tiver perspetiva de futuro, se lançar desafios e se permitir lógicas prospetivas que suportem simultaneamente estratégias para as Pessoas e para o Território.

Ao longo de mais de três décadas tenho incidido o trabalho como investigador sobre um território vasto em que também se insere o Marco de Canaveses, mas que vai para além dele, indissociável de Montemuro e do Marão, do Tâmega e do Douro, assumindo a bacia do rio Douro, desde a nascente em Castela/Leão até à Foz.
A importância geoestratégica que este território teve desde a presença romana, desde há 2000 anos, é fundamental para percebermos melhor as dinâmicas e os desafios dos nossos dias. E, podem crer, é mais fácil desenvolver políticas quando conhecemos bem as fases e etapas da lenta construção destas paisagens, destes territórios milenares em que os rios servem como verdadeiras espinhas dorsais,
Se este é um território sobre o qual houve preocupações na antiguidade, atualmente deve ser um espaço entendido como suporte de pensamento, de investimento e até de inovação
Este é, também, um território que induz a internacionalização. Se é vulgar assumir-se a relação com a Galiza, neste caso facilmente suportada pelas estradas romanas e medievais que serviram as peregrinações a Santiago, e que continuam a poder ser percorridas, também a bacia do rio Douro induz a relação de proximidade com Castela/Leão.
Temos em evidência os valores patrimoniais que suportam esta leitura cultural do território e que potencia o turismo.
O Marco de Canaveses e a envolvência em que se integra, tem que ser um espaço em que se assuma, como prioridade, o respeito pelo Território e pelas Pessoas que nele nasceram, que nele crescem e envelhecem, que o usam para trabalhar ou para mero ócio.
Neste território, como em muitos outros, reconhecem-se contradições, mas também se reconhecem fortes valores identitários, determinantes em qualquer estratégia que se pretenda desenvolver na vida privada e na vida pública.
Há que valorizar o Território porque atua como elemento gerador de imagem e de reconhecimento de identidade
Há que valorizar o Território como suporte da Economia porque é este, com as Pessoas que o constroem e usam, que gera oportunidades de negócio e assim, converte-se em lugar de emprego e de atratividade.
Há que valorizar o Território como valor social porque é nele e sobre ele que se desenvolvem todos os projetos que contribuem para melhorar a qualidade de vida da população, desde a criança até ao idoso, desde o presunçoso ao humilde.
Procurei desenvolver alguns destes desafios durante os anos em que assumi para toda a região norte, a coordenação dos investimentos da cultura durante o III quadro comunitário, entre 2000 e 2006. Já então foi um desafio bonito e com ele aprendi muito.
Agora, em Fevereiro de 2013, decido aceitar o desafio da candidatura porque sinto que o momento é oportuno. Estamos numa altura em que a conjuntura económica já não sustenta o investimento megalómano de crescimento da rede urbana e, por isso, o proveito reside agora em passar à ação política de responsabilidade, de requalificação e de reutilização. Os próximos anos desafiam-nos a refletir sobre o novo quadro comunitário de apoio, um horizonte para 2020. Mas 2020 é já amanhã e, por isso, temos que pensar mais longe.
Sei que a arte de bem governar andou sempre ligada à arte da poupança.
O povo ironiza, mas aprecia. No poupar é que vai o ganho, dizem há muito tempo. O talento do pé-de-meia ainda grangeia respeito.
Mas há coisas em que não vale a pena passar necessidades. Não se adianta nada em economizar nas ideias. Quando existem, é usá-las. E, sempre que possível, as próprias.  
Assumir estas perspetivas parece-me coerente, não só porque conheço a capacitação endógena do território do Marco de Canaveses, mas também porque reconheço as qualidades das populações.
Para além de tudo isto, há um plano de orientação das políticas autárquicas que a Federação Distrital do Porto do Partido Socialista desenvolveu como suporte específico para a região do Baixo Tâmega e Vale do Sousa.
Agora, o empenhamento e o saber das Pessoas no Marco de Canaveses e a ajuda das estruturas concelhias, farão a alavancagem desses suportes e valorizarão a participação cívica com os seus próprios contributos.
Por tudo isto, agora, com 61 anos, com carreira longa nos quadros da administração pública, tendo concluído todas as provas académicas, desde a Licenciatura nos anos setenta, à Agregação em 2012, passando pelo Doutoramento terminado em 1995 (sempre na Universidade do Porto), senti que devia responder ao desafio de cidadania que me foi feito, com extrema cordialidade, por gente de bem.
Esta é, também, uma luta de cidadania assumida contra o silêncio. Nada é mais eloquente e perturbador que o silêncio. E, no entanto, nenhum outro ruído é tão inquietante como aquele que sobra das palavras que se não dizem.
Temos que quebrar os silêncios e salientar as nossas capacidades como povo, como gente, afirmar os lugares, as potencialidades e os recursos que nos dá a Terra-mãe e as suas gentes.
Terra–mãe e Gente que tornam o Marco de Canaveses num território desafiador, com atratividades identitárias que devem ser salientadas em qualquer plano estratégico.
Se, por exemplo, a serra da Aboboreira nos desafia a articular e complementar políticas com Baião e Amarante, em simultâneo, no Marco de Canaveses somos desafiados a desenvolver polos de atratividade sociocultural e económica como, por exemplo, aquele que é afirmado pelo granito e pelo extraordinário trabalho milenar dos pedreiros, suportado no conjunto constituído pelo Monte de Arados (com mais de 2000 anos de habitação humana), mas também pelas terras baixas com solos de boa qualidade onde foi construído (e tal não foi por acaso) há cerca de 1000 anos o estratégico mosteiro de Pendurada (ou Alpendurada) e, ainda, pelas evocações do trabalho na pedra que continua a fazer-se no século XXI e que, por isso, exige estratégias para que seja colocado nos mercados mundiais.
Do mesmo modo somos desafiados pelo polo de atratividade suportado no urbanismo da mais antiga capital do território, a cidade romana de Tongobriga, já então apoiada pela riqueza dos vales irrigados, nomeadamente do rio de Galinhas, cuja senhorialização, séculos depois, ali deixou a exuberante casa agrícola dos Arcos, contrastando com a singeleza da igreja local e com o que isso representa na análise social do território.
 Mas, em contraponto dessa singeleza, é neste polo de atratividade que integro a Igreja de Santa Maria, afirmação do final do século XX e desafio de pensamento do século XXI.
Temos também que reconhecer a atualidade que representa para a economia regional a travessia estratégica que desde o século II d.C. ligava a capital Bracara Augusta a Emérita Augusta (hoje na estremadura espanhola). Esta estrada marcou Quires com um povoado denso há 2000 anos e depois o mosteiro beneditino reorganizou aquele bom espaço agrícola, até que Vila Boa de Quires se impôs.
A mesma estrada obrigou à construção há 1900 anos de uma ponte em granito sobre o Tâmega, para além de servir e impulsionar as terras de Sunilanis, ou de Soalhães, já desde então comprovadamente ligadas ao mundo da latinidade.
Hoje, esta estrada seria considerada de interesse estratégico europeu.
Curiosamente, estas terras de Soalhães e Quires continuam a estar no mesmo eixo que liga aos itinerários principais que ajudaram a tornar os quilómetros mais rápidos, aproximando ao Aeroporto de Pedras Rubras, a Leixões, também ao Porto, à Galiza, a Castela.
E, se estes quilómetros são agora mais rápidos, espero que o mesmo aconteça com o caminho-de-ferro, pois, então, tudo será diferente para as pessoas e para a economia das zonas do Concelho que são servidas pelo comboio.
Estes são apenas alguns apontamentos que suportam o pensamento com que procurarei inovar a abordagem ao Território e às Pessoas.
Quero acreditar convictamente que tal é possível.  
São estas, genericamente, as razões porque sou candidato em Marco de Canaveses.
Em síntese, retomando o poema inicial.
Desejo que AS MÃOS DO ARQUEÓLOGO não só tragam o sol doutros séculos mas também contribuam para melhorar a vida que há no futuro.
Lino Augusto Tavares Dias
18 Fevereiro 2013

Concelhia do PS do Marco de Canaveses confirmou Lino Tavares Dias como candidato


A concelhia de Marco de Canaveses do PS ratificou, na segunda-feira à noite, a indicação da Federação do Porto para que o arqueólogo Lino Tavares Dias seja o candidato autárquico naquele município.


A votação dos elementos da comissão política foi realizada por voto secreto, tendo contado com 26 votos a favor da proposta e um nulo.
Com este resultado, está terminado o processo conturbado de escolha do candidato autárquico socialista no Marco de Canaveses, o qual já tinha contado com duas votações anteriores em que o único nome proposto pelo secretariado concelhio, Artur Melo, não mereceu a concordância da maioria dos dirigentes locais. O impasse levou a concelhia a solicitar que a federação avocasse o processo, o que determinou, no início de fevereiro, a indicação do independente e académico, de 61 anos, Lino Tavares Dias.
Antes da votação realizada na segunda-feira à noite, no Marco de Canaveses, o presidente da Federação do Porto, José Luís Carneiro, explicou aos dirigentes locais os motivos pelos quais o órgão distrital propusera aquele candidato.
"É um homem de nobre caráter que se disponibiliza para servir o Marco de Canaveses", afirmou Carneiro. Para o líder distrital, o candidato proposto "corresponde a um sobressalto cívico de um cidadão que quer arregaçar as mangas para servir as pessoas".
O presidente da federação recordou a ligação de Lino Tavares Dias ao concelho do Marco de Canaveses, onde foi investigador, durante 30 anos, na estação arqueológica de Tongóbriga, considerando que "o candidato tem condições para saber posicionar o concelho no contexto nacional".
"Esta é uma candidatura de propostas para servir os marcuenses", acrescentou, vincando a "capacidade de diálogo e de trabalho de equipa que carateriza o candidato".
Após a confirmação do resultado da votação, Lino Tavares Dias dirigiu as primeiras palavras aos dirigentes socialistas locais, afirmando que a sua candidatura é um desafio "num momento oportuno".
"Senti que devia responder ao desafio de cidadania", disse, prometendo trabalhar respeitando os ideais socialistas, com base "numa política de responsabilidade".
Na reunião também participou o dirigente nacional Miguel Laranjeiro, que sublinhou a "grande honra" que constitui para o partido ter um candidato como Lino Tavares Dias.
O secretário nacional do PS sublinhou o facto de a candidatura no Marco de Canaveses ser liderada por um independente, o que traduz, destacou, a abertura que o partido tem revelado à sociedade civil.
"É central a importância de [o PS] se conseguir alargar externamente, chamando pessoas que estão próximas dos nossos ideais", acentuou.
Para Miguel Laranjeiro, o desafio das autárquicas será "muito exigente em todo o país", destacando que "a vitória só acontecerá se houver muito trabalho".
"Não há vitórias antecipadas, mas há uma grande esperança numa vitória", acrescentou, voltando-se para o candidato no Marco de Canaveses.
fonte: Lusa

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Lino Tavares Dias proposto para candidato do PS à Câmara do Marco


O Professor Lino Tavares Dias é o candidato proposto pelo Secretariado Distrital do PS para a Câmara Municipal do Marco de Canaveses. A escolha foi sufragada, por unanimidade, na reunião da noite de ontem do Secretariado Distrital e culmina o impasse vivido quanto ao processo de escolha do candidato, nas estruturas locais do partido.

Em face dos factos, o presidente da Federação Distrital, José Luís Carneiro, encetou um processo de diálogo e concertação de pontos de vista e perfil do candidato com o presidente da Comissão Política Concelhia do Marco de Canaveses, a par da auscultação das várias sensibilidades existentes e tendo ainda em linha de conta a circunstância de o nome proposto em anteriores votações da Comissão Política Concelhia – Artur Melo - reconhecer “não ter condições para ser candidato”. Assim sendo, a escolha do candidato do PS recaiu no nome de um ilustre académico, com reconhecidos méritos e gestão da causa pública, quer enquanto ex-diretor regional do Norte do Instituto Português do Património Arquitectónico (entre 1998 e 2006), quer enquanto coordenador da Medida de Cultura do Plano Operacional da Região Norte do III Quadro Comunitário de Apoio – 2000-2006.

Lino Tavares Dias é, como investigador e estudioso, uma personalidade com fortes ligações ao concelho, tendo liderado as escavações (com início em 1980) da área arqueológica do Freixo Tongobriga, uma cidade romana classificada como monumento nacional.

O agora proposto candidato do PS à autarquia do Marco de Canaveses foi ainda o responsável pela elaboração do conceito de “paisagem milenar”, que hoje orienta a aplicação dos fundos do PRODER na região do Baixo Tâmega, consubstanciando uma escolha de reconhecido mérito, que o Partido Socialista quer apresentar ao eleitorado concelhio.

O candidato proposto pelo PS à Câmara Municipal do Marco de Canaveses é o quarto independente escolhido para liderar listas autárquicas, logo a seguir à Póvoa de Varzim, Paços de Ferreira e Paredes.

Agora, após aprovação unânime do Secretariado Distrital, a Comissão Política Concelhia será chamada a pronunciar-se, definitivamente, sobre o candidato Lino Tavares Dias.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

JS apoia presidente da concelhia do PS Marco

Com representação na Comissão Política Concelhia do Partido Socialista do Marco, a JS tem vindo a fazer parte do processo democrático relativo à escolha do candidato que concorrerá pelo partido à Câmara Municipal do Marco de Canaveses. 

Desta forma, temos prestado todo o apoio ao presidente da concelhia, Agostinho Sousa Pinto, que poderá, sem qualquer margem para dúvidas, continuar a contar com a Juventude Socialista para engrandecer a atividade da instituição socialista no Marco de Canaveses.

A JS Marco considera que este é um processo de crucial importância para o futuro do partido, das suas visões e projetos, e, neste contexto, estará sempre ao lado dos militantes e das decisões que advierem da vontade dos mesmos. 

Numa democracia, a vitória e a derrota fazem parte do quotidiano da atividade partidária. Como tal, é imperioso coexistir de forma fraterna em ambos os cenários. O que se tem vindo a passar no PS Marco demonstra a vitalidade da concelhia e dos seus militantes, contribuindo deste modo para o fortalecimento do partido na realidade marcoense.

Assim, e com toda a certeza, concluído este processo, o Partido Socialista apresentará o candidato que melhor representará os socialistas marcoenses e, desta forma, melhor será capaz de servir TODOS os marcoenses. A JS Marco está ainda segura de que o candidato socialista à Câmara Municipal será a verdadeira alternativa às políticas erradas e aos últimos anos de desnorte da gestão camarária. 

Os militantes da Juventude Socialista do Marco de Canaveses

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Quem quer ser presidente da Câmara?

"Candidatos procuram-se", li num destes dias por aí, numa referência ao mistério que teima em permanecer quando se fala em candidatos à Câmara Municipal do Marco de Canaveses. 

Numa altura em que por todo o distrito já existem candidatos aos vários executivos para as autárquicas deste ano, no Marco paira a dúvida (e o medo), mais uma vez. Se já é dado como certo, para alguns, que Avelino Ferreira Torres tentará novamente a sua sorte, o mesmo não poderá ser dito acerca dos possíveis adversários.

Certo e sabido é que Manuel Moreira tem dois grandes amores: o Marco de Canaveses e o concelho onde reside, Vila Nova de Gaia. Continuará o actual presidente apostado em fazer a "mudança tranquila" no interior do distrito, ou rumará ao litoral?

Com certeza, as decisões estarão tomadas de ambos os lados, mas ainda nada é oficial. 

Do lado do PS, seria interessante, pela primeira vez, perceber se existe vontade política de uma união à esquerda. Há, certamente, vontade disso também por parte de muitos comunistas e também socialistas.

No entanto, o PS saberá indicar, seguramente, o melhor candidato e o que melhor servirá a população marcoense.

Afinal, quem quer ser presidente da Câmara Municipal do Marco de Canaveses?

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Plenário concelhio Socialista

 
 
Num momento em que o Governo de Direita insiste numa receita que já provou não resultar, em que manifesta a sua resignação perante os indicadores da situação económica e social do país e em que, na Europa, o Primeiro-ministro desistiu de lutar por Portugal, o Partido Socialista prossegue o combate político contra a maioria PSD/CDS. Foi nesse sentido que apresentámos 357 propostas alternativas na Assembleia da República, no último ano; que anunciámos que se o Governo não recuasse na taxa social única apresentaríamos uma moção de censura e que há muito clarificámos o nosso voto contra a proposta de Orçamento de Estado para 2013. Um voto contra um orçamento baseado exclusivamente na receita da austeridade sobre austeridade. Uma receita que não resultou em 2012, que será objecto de apresentação de propostas de alteração que, em todo caso, não alteram o nosso voto contra. Nesse sentido vamos realizar plenários de militantes que muito seria enriquecida com a sua participação. Contamos consigo em Marco de Canaveses, no dia 27 de Outubro sábado, pelas 15h00, no Auditório Municipal.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

PS Marco toma posição

O Partido Socialista do Marco de Canaveses emitiu um comunicado relativo ao processo de Reorganização da Administração Local, que se transcreve:
 
 
O Partido Socialista de Marco de Canaveses, tal como as restantes forças políticas deste Concelho, em Novembro de 2011, foi convidado a integrar uma Comissão Municipal com o objectivo de encontrar a melhor fórmula de enquadramento da Reforma Administrativa do Poder Local, então baseando os seus trabalhos no Documento Verde da Reforma da Administração Local e recentemente na Lei nº 22 de 30 de Maio.
Atendendo a que:
i) A reforma inicialmente incluía uma reforma de gestão, uma reforma de território e uma reforma política do Poder Local, que acabaram por não se verificar;
ii) Entre Fevereiro e Setembro o PS não foi convidado a participar em qualquer reunião sobre a referida reforma.
iii) Nesse incompreensível intervalo de tempo nada avançou, tendo o Coordenador desta comissão deixado para os últimos dias a discussão deste tema com os eleitos das Assembleias de Freguesia, sem margem para uma discussão séria e profunda com as populações do Marco;
iv) Esta situação esvaziou esta Comissão das funções para que foi constituída e impediu uma atempada e desejável discussão sobre o tema.
A Comissão Política Concelhia do Partido Socialista do Marco de Canaveses deliberou que, pelas razões apresentadas, não existem condições para a sua continuidade nesta Comissão a partir desta data.

Marco de Canaveses, 23 de Setembro de 2012

Deputado Municipal
João Hildeberto Valdoleiros

A Presidente de Junta
Cristina Lasalete Vieira

O Presidente da Comissão Política Concelhia
Agostinho de Sousa Pinto

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Dia do Socialista Marcoense 2012




O Partido Socialista do Marco de Canaveses leva a cabo mais uma festa-convívio de Verão para militantes, simpatizantes e amigos deste Partido. O evento ocorrerá durante a tarde do dia 15 de Setembro, no Parque Fluvial do Tâmega, em São Nicolau, e contará com jogos tradicionais, animação musical e porco no espeto. Todos estão convidados. Aos jovens socialistas deixamos um especial convite no sentido de fazerem parte desta comemoração do socialismo marcoense e do trabalho por todos desenvolvido.


Faz parte da matriz ideológica do Partido Socialista estar próximo das pessoas, e o PS Marco, ciente das dificuldades que atravessa o país em geral e o Marco em particular, quer-se próximo das pessoas da nossa terra. Assim mais uma vez estaremos todos, num convívio descontraído e informal, a confraternizar e a renovar laços de fraternidade para enfrentarmos mais um ano de trabalho político sempre em prol do Marco e dos marcoenses.


Para além de outros convidados estará presente o Presidente da Federação do PS Porto, Dr. José Luís Carneiro.


Podes escutar a entrevista de Agostinho Sousa Pinto, presidente da CPC do PS Marco Canaveses, através deste link.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Ciclo de Sessões de Esclarecimento da JS Marco no Freixo


Na passada 6ª feira, dia 13 de Julho, decorreu a quarta das cinco sessões de esclarecimento que compõem o ciclo acerca da Reforma da Administração Local que a Juventude Socialista do Marco de Canaveses (JS Marco) está a conduzir. Esta sessão decorreu no auditório da Estação Arqueológica de Tongobriga na noite do dia 13. Perante uma plateia bem composta (acima de 50 pessoas) a JS Marco concretizou mais uma sessão dirigida à população e autarcas marcoenses com o propósito de os informar, debater e auscultar relativamente a esta questão que marca o panorama político atual. A mesa de trabalhos foi composta por Agostinho Sousa Pinto (PS Marco), por Rui Cunha Monteiro (PSD Marco), por Miguel Carneiro (JS Marco) e por Ana Moura Pinto (JS Marco) – moderadora da sessão. Avelino Ferreira Torres (CDS-PP Marco) não pôde estar presente devido a razões profissionais.

Numa sessão que se prolongou até ao dia seguinte (eram cerca de 00:30h quando a mesma terminou) foi possível assistir a um debate deveras interessante, onde os argumentos circularam por toda a plateia e desta partiram diversas interrogações e interpelações à mesa que demonstrou um nível de qualidade superior. A sessão ficou marcada por intervenções assertivas e estimulantes tanto da plateia como da mesa de trabalhos. Intervenções como a de Coutinho Ribeiro, Bruno Caetano, Fernando Alves e Jorge Valdoleiros conferiram um brilho extra a uma sessão que se destacou, sem qualquer dúvida, pela qualidade e diversidade de perspetivas. Foi possível, ao longo das mais de 2 horas, debater assuntos como as infraestruturas existentes e inexistentes, a necessidade de concretizar o processo de regionalização do país, a premência de rever e melhorar os moldes atuais das Comunidades Intermunicipais (CIM), as potencialidades e limitações da reforma autárquica e as putativas vantagens que esta pode conferir ao território marcoense.

“Foi um enorme prazer concretizar mais esta sessão de esclarecimento, tanto enquanto coordenador concelhio da JS marco como marcoense, uma vez que esteve patente a capacidade intelectual e o espírito construtivo de que os marceonses devem fazer bandeira em momentos como este: esta é uma oportunidade histórica – não uma responsabilidade indesejada. Pessoalmente, encaro esta reforma como um momento em que esta geração de políticos pode deixar a sua marca de forma indelével na história marcoense, esperando que sejam capazes de efetuar a melhor reforma possível da gestão territorial, possibilitando uma ampla janela de oportunidade de desenvolvimento do nosso concelho. Fazendo uso da coragem e visão demonstradas nas intervenções desta sessão penso ser possível conseguir uma reforma que reúna um amplo consenso e, concomitantemente, potencie o território marcoense, projetando-o no futuro, durante décadas para vir” - Miguel Carneiro.

O ciclo de sessões de esclarecimento continuará em Soalhães, no dia 28 Julho (sábado) pelas 21:30h na Casa do Povo de Soalhães. Esta será a quinta e última sessão do mesmo e será dirigida, primeiramente às freguesias de Soalhães, tabuado, Várzea de Ovelha e Aliviada e Folhada. Porém, afigurando-se esta sessão como a última, a JS Marco lança o apelo à população marcoense para que não perca esta oportunidade de se fazer ouvir, de deixar a sua opinião e dialogar diretamente com os decisores políticos do nosso concelho. O desafio é simples: deixe a sua opinião, contribua para o futuro do concelho.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

PS Marco toma posição acerca das alterações ao mapa judiciário

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A proposta do Governo relativamente à Reforma do Mapa Judiciário prejudica objetivamente o povo marcoense, ao desvalorizar o tribunal de comarca existente no concelho e ao remeter os cidadãos para os tribunais de Valongo e Gondomar. Perante esta situação, o PS tomou publica a sua posição na reunião de Câmara Municipal do passado dia 28, ao apresentar uma proposta de voto de desacordo com aquela posição e posteriormente, no mesmo dia à noite em reunião de Assembleia Municipal, onde reiterou a mesma posição.

Pelo seu lado, o presidente da Câmara do Marco de Canaveses teve um duplo comportamento, pois de tarde na reunião de Câmara votou contra a proposta do PS que dizia expressamente: “… O Partido Socialista propõe à aprovação da Câmara Municipal: Um voto de desacordo ao Governo pela sua proposta de Reorganização do Mapa Judiciário e das suas implicações para a população do concelho”. (A proposta inicial continha o termo “voto de censura”, mas foi retirado e alterado pelo Vereador do PS pelo termo “voto de desacordo”).

Numa tentativa de desvalorizar a proposta do PS, o presidente da Câmara apressou-se a apresentar a votação uma carta enviada à Ministra da Justiça e aprovada em reunião do Conselho Executivo da CIM do Tâmega e Sousa do dia 21/06, numa atitude que o menoriza e ao concelho do Marco face aos seus congéneres daquele órgão. Refira-se que o teor da carta era semelhante ao da proposta do PS, razão pela qual o Vereador socialista a subscreveu.

Colocada à votação, a proposta do PS foi reprovada pelo PSD e o pelo Vereador do Marco Confiante.

Ora, dada esta bizarra situação, fica demonstrado que o presidente da Câmara e a respetiva maioria, desvalorizaram o papel do PS como partido da Oposição, e que, mais uma vez a coligação PSD/CDS também funciona neste município.

O PS/Marco não pode deixar de denunciar esta prática política pela qual a “coligação” PSD/CDS esquece os interesses da população em favor do jogo político-partidário. Fica evidente que o PSD e CDS locais estão juntos na defesa do Governo e das medidas que este pretende implementar, mesmo contrárias à vontade dos Marcoenses, enquanto que o PS/Marco continua a afirmar-se como único partido capaz de defender os legítimos interesses de todos os cidadãos do Marco.

 
O Presidente da Comissão Política Concelhia
Agostinho de Sousa Pinto

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Sessão Esclarecimento: Penha Longa 15 Junho


É já hoje, a partir das 21:30h na Junta Freguesia de Penha Longa que irá decorrer a segunda sessão de esclarecimento acerca da reforma da adminsitração local. Depois de uma primeira sessão muito concorrida (maioritariamente intervenientes políticos, é verdade) Penha Longa recebe a segunda sessão de esclarecimento.

Admitindo que melhor poderia ter sido feito na primeira sessão, nomeadamente quanto ao rumo e âmbito da sessão - dedicou-se boa parte do tempo a discutir se a reforma é desejada ou não - e quanto à divulgação - maior divulgação boca-a-boca e freguesia a freguesia - não queremos nesta segunda sessão repetir os erros. Assim sendo, podem hoje contar com um debate de cariz mais construtivo e futurista, objetivando a real discussão das implicações da reforma, dos critérios a esta inerentes e ainda as interpretações possíveis da portaria publicada em Diário da República (que pode ver aqui). O trabalho de casa foi, a meu ver, feito da melhor forma possível e esta será uma sessão onde a população fará, sem dúvida, a sua voz ouvir-se, colocando as suas questões e explanando as suas opiniões.

Junta Freguesia Penha Longa

A Junta de Freguesia (foto acima) acolhe então a segunda sessão de esclarecimento que contará, na mesa de debate com Agostinho Sousa Pinto (PS), Rui Cunha Monteiro (PSD) e Avelino Ferreira Torres (CDS-PP). Além destes convidados estarão ainda representadas as juntas de freguesia de Penha Longa, Paços Gaiolo, Paredes de Viadores, Sande e São Lourenço. Num claro esforço de incluir toda a população e escutar também o tecido associativo marcoense foram também convidadas a estar presente diversas associações locais (desportivas, culturais e sociais), tal como grupos de jovens das freguesias abrangidas. Penso que temos, por tudo isto, todos os ingredientes para que esta seja uma sessão profícua e positiva, onde os marcoenses vejam esclarecidas muitas das questões que vão surgindo relativamente a esta temática.

A toda a população, a todos os marcoenses, reitero novamente o convite: apreçam e deixem o vosso contributo em prol do melhor futuro possível do nosso concelho.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Parabéns Agostinho Sousa Pinto


No passado dia 2 de Junho decorreram as eleições para a Comissão Política Concelhia (CPC) do Partido Socialista (PS) do Marco de Canaveses tendo havido duas listas a votos, lista A - liderada por Rolando Pimenta e lista B - liderada por Agostinho Sousa Pinto. Os militantes premiaram e reconheceram, de forma inequívoca, Agostinho Sousa Pinto, depositando nele 203 votos (e 120 na lista de Rolando Pimenta). Estas foram as eleições mais concorridasda concelhia marcoense do PS, num claro sinal de mobilização e dinâmica desta estrutura socialista.

Quero aproveitar o espaço online da JS Marco Canaveses para, a dois títulos, congratular Agostinho Sousa Pinto pela sua vitória:

a) Enquanto Coordenador Concelhio da JS Marco Canaveses quero deixar as mais sinceras felicitações à lista vencedora e comunicar a certeza de que a JS Marco será sempre um parceiro do PS Marco, sublinhando a nossa disponibilidade e vontade de colaborar na construção de uma estrutura socialista marcoense de envergadura, trabalho e dinâmica pujantes. Pretendo ainda deixar o reconhecimento público pela inclusão de um número alargado de jovens nas suas listas, fazendo questão de os incorporar em posições de relevo, num claro sinal de que, para a sua candidatura, os jovens são mesmo um capital próprio do PS a considerar. Deixo aqui as palavras de Agostinho Sousa Pinto (no seu programa de candidatura) relativamente à juventude:

"A natureza irreverente, criativa, moderna e talentosa dos mais jovens, a sua capacidade crítica e de mobilização, faz destes um dos pilar fundamental para o enriquecimento e actualização das nossas propostas políticas. Consideramos ser de extraordinária importância incluir este capital cívico e humano num projeto comum, funcionando como mobilizadores e exemplo de como se pode exercer a cidadania no Marco de Canaveses. Para tal, é fundamental atribuir-lhes mais responsabilidades internas para que se sintam Socialistas de pleno direito e parceiros ativos e intervenientes na definição do nosso futuro colectivo. E porque os factos devem confirmar o discurso, a lista de candidatos a membros desta CPC inclui um grande número de Jovens, militantes ou não da JS."

b) Enquanto amigo e camarada, os votos não diferem sobremaneira dos acima expressos, porém quero aproveitar este espaço para, já o tendo feito pessoalmente, dar os parabéns a um amigo cujo trabalho e dedicação merecem inteiramente esta vitória. Acompanhei, de perto, o desenrolar do processo de candidatura e devo relevar o caráter idóneo, humilde e agregador que Agostinho Sousa Pinto revelou ao longo do mesmo, nunca fechando a porta à completa união do partido e, mais que isso, trabalhando afincadamente no sentido de aglomerar em torno de si todas as forças vivas que compõem o PS Marco. Com Agostinho Sousa Pinto estou certo de que o principal vencedor foi mesmo o PS Marco e TODOS os seus militantes.

Agostinho, caro amigo e camarada, trabalho árduo avizinha-se, contudo, não será nunca cumprido de forma solitária, isto posso assegurar-lhe.

Votos sinceros de um excelente mandato e dos maiores sucessos políticos, profissionais e pessoais.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Ciclo Sessões Esclarecimento: Toutosa 1 Junho


Deixamos aqui o cartaz relativo à Sessão de Esclarecimento que irá decorrer na freguesia de Toutosa, no próximo dia 1 de Junho (6ª feira), pelas 21:30h.
A JS Marco Canaveses convida toda a população a fazer parte deste evento que pretende ser um verdadeiro contributo de todos para o concelho marcoense. Podem esperar total liberdade de opinião e um ambiente d elivre cicrculação de ideias, onde a visão de todos os partidos políticos será respeitada e projetada. Este é um ciclo de sessões dirigido aos marcoenses, não é um qualquer veículo de propaganda política... Contamos com todos para este conjunto de iniciativas! Até 6ª feira...

Para mais informação, por favor consultar:

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Clube Formação Política: Poder Local


No passado domingo, dia 22 de Abril, a Juventude Socialista (JS) Marco Canaveses foi a anfitriã da primeira iniciativa deste mandato do secretariado distrital da JS Porto do Clube de Formação Política. Este projeto consiste num conjunto de iniciativas, subordinadas a diversas áreas políticas, que visam a formação e qualificação política dos militantes da JS. A sessão decorreu no auditório municipal e o tema da mesma foi o Poder Local.

Na mesa de trabalho estiveram Miguel Carneiro, JS Marco Canaveses, anfitrião da iniciativa, João Torres, Federação Distrital JS Porto, Artur Melo e Castro, PS Marco Canaveses, e o convidado António Borges, Presidente da Câmara Municipal de Resende. Para tal efeito o Eng. António Borges dirigiu uma sessão esclarecedora, rica em conteúdos, com perspetivas elucidativas acerca de variadas temáticas inerentes à gestão autárquica. Foi, de facto, uma agradável sessão, onde o Eng. António Borges criou uma atmosfera de proximidade, propiciando uma dinâmica constante com os mais de 60 jovens presentes.


Após a sua intervenção decorreu um período de interação entre a mesa de trabalho e plateia, gerando um debate franco e profícuo em ideias e posições de caráter construtivo.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Comunicado PS Marco: Supressão de ligações ferroviárias




Após o anúncio relativo à intenção da CP em encerrar as ligações Marco – Caíde, o Partido Socialista do Marco de Canaveses expressa o seu veemente protesto face a esta decisão que, a ser concretizada, prejudicará em muito todas as pessoas que pretendem viajar utilizando este meio de transporte. Para além dos prejuízos sociais e económicos que esta medida acarreta a todos os marcoenses, também populações de outros concelhos vizinhos ficarão prejudicados, dado que normalmente recorrem à estação do Marco de Canaveses para aí tomarem o comboio.
A ferrovia é um importante meio de transporte de bens de pessoas assumindo-se como um vetor de desenvolvimento económico e social do concelho. No Marco potenciou o crescimento das freguesias circundantes à linha do Douro as quais criaram ao longo dos anos dinâmicas próprias que decorreram desta proximidade.
Por outro lado, numa época de constrangimentos económicos das famílias e do país, em que se deve potenciar o uso dos transportes públicos em detrimento do automóvel, vemos o Governo a implementar uma medida no sentido oposto que terá consequências negativas na qualidade de vida das populações.
Por isso, o PS/Marco não pode ficar indiferente a esta situação e exige ao Governo de Portugal que tenha em consideração que para uma região como a nossa, em se sente particularmente a atual crise, são necessárias medidas de apoio e incentivo aos seus habitantes e não de constrangimento e retrocesso como a que se agora se propõe, pelo que exige o seguinte:
 A inclusão da eletrificação da Linha do Douro até ao Marco no Plano Estratégico de Transportes, de modo a que esta se concretize quando a situação financeira do país o permitir;
 A manutenção dos comboios de ligação entre Caíde/Marco, conforme compromisso anterior da CP, até que tal obra se verifique.

Desta forma o concelho do Marco de Canaveses continuará integrado na linha de comboios urbanos do Porto, situação que consideramos ser imprescindível para a coesão social e económica desta sub-região do Tâmega.
Estamos, pois, solidários com todos os utentes, forças vivas e partidárias que no próximo domingo se manifestarão em defesa da manutenção das ligações ferroviárias entre Marco e Caíde. 

Artur Melo e Castro
Presidente da Comissão Política Concelhia do PS
Marco de Canaveses, 2012-04-16

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

PS Marco - Comunicado

Transmite-se aqui o Comunicado do PS Marco, assinado pelo presidente da Comissão Política Concelhia, Artur Melo e Castro:

A Câmara Municipal endereçou na sexta-feira passada, pelas 16h03m, um correio electrónico ao Partido Socialista para se pronunciar sobre o Plano Plurianual de Investimentos (PPI) para 2012 até à segunda-feira seguinte, hoje, às 12h00, no cumprimento do Estatuto do Direito de Oposição, artigo 5º, nº 3.
Perante tal bizarra situação, o PS/Marco emite as seguintes considerações:
A Câmara Municipal esqueceu-se do que estipula o artigo 4º, nº2, que “as informações devem ser prestadas diretamente e em prazo razoável” de modo a puderem ser devidamente analisadas;
Tendo como limite o envio de sugestões/propostas de alteração hoje pelas 12h00, pergunta-se: terá sido dado um tempo razoável para análise desse documento? A resposta é óbvia.
Outra questão é o facto de nos ser enviado somente o PPI, documento integrante do Orçamento do Município. A maioria esqueceu-se que o direito dos partidos da oposição é serem ouvidos sobre todo o Orçamento e não sobre parte dele, por isso também a nossa estranheza por este facto.

O PS como partido responsável não pôde – e cremos que os restantes partidos também -, fazer no período de tempo proposto um trabalho de análise do documento e da sua aplicabilidade no terreno. Por esse facto, não enviamos quaisquer contributos e consideramos que a Câmara Municipal nos colocou deliberadamente fora desta fase de propostas. Contrariamente ao que se apregoa, com esta atitude não se cumpriu o dito Estatuto da Oposição.
O PS/Marco lamenta não ter tido oportunidade para atempadamente dar as suas sugestões e espera com expetativa o próximo Orçamento municipal, de modo a que em sede própria o possa analisar devidamente.
Artur Melo e Castro
Presidente da Comissão Política Concelhia do PS
Marco de Canaveses, 2011-12-05