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segunda-feira, 1 de junho de 2015

Marco de Canaveses, um concelho (s)em movimento

Há uns dias, numa reunião do Conselho Municipal da Juventude, que surpreendentemente me pareceu deveras positiva e produtiva, o presidente da Câmara Municipal do Marco de Canaveses cita a determinada altura o antigo/atual/futuro(?) slogan do Marco: "porque somos um concelho em movimento". Perdoar-me-á o senhor presidente, mas o que me ocorreu quando lembrou esse slogan foi: 
Hipótese 1 - É ironia autoinfligida.
Hipótese 2 - É o movimento dos que não têm oportunidade de trabalhar/viver no Marco.
Hipótese 3 - É o movimento dos concelhos vizinhos a alta velocidade quando passam por nós.

Não fico feliz em notar que o Marco se contenta com pouco. Não fico feliz em notar que o executivo da Câmara ainda não encontrou uma linha de comunicação que faça passar a identidade do concelho, que promova o Marco fora dos seus limites territoriais.
Mas vá, ainda acredito. Haja esperança.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Lino Tavares Dias estará em Penha Longa com presidente da AE Marco

Marcoenses têm sido voz ativa na candidatura do PS à Câmara Municipal. Penha Longa recebe o próximo debate já na sexta-feira.

 
 
 
Depois das sessões muito participadas em Alpendorada e Vila Boa de Quires nas últimas semanas, Lino Tavares Dias estará em Penha Longa para mais um debate do ciclo «Uma política para o território e para as pessoas».
O candidato do Partido Socialista à Câmara Municipal do Marco de Canaveses vai contar com a participação de José Reis, presidente da Associação Empresarial marcoense no próximo dia 14 de Junho, sexta-feira, pelas 21 horas, na Junta de Freguesia de Penha Longa.
Com o tema «atividades económicas, dinâmicas empresariais», o evento continua a ouvir os marcoenses na busca por soluções para o concelho nas mais variadas áreas.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Animarco organiza IV Jantar de Angariação de Fundos

Decorrerá no próximo dia 9 de Junho, na Associação Cultural e Recreativa de Avessadas o IV Jantar de Angariação de Fundos para a Animarco. O jantar terá o valor de 15€ e será servido pelo restaurante Penha Douro.
Podem consultar no cartaz as informações mais relevantes.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Vila Boa Bispo vence Taça AF Porto em Futsal

Recebemos da secção de futsal da Casa do Povo de Vila Boa do Bispo o seguinte pedido de divulgação:

No passado sábado, dia 1 de Junho, a equipa de juvenis em futsal da Casa do Povo de Vila Boa do Bispo (CPVBB) escreveu mais uma página de glória no já longo historial da associação marcoense. Em Paços de Ferreira, na freguesia de Arreigada, disputou-se a final da Taça da Associação de Futebol do Porto (AF Porto) em futsal no escalão de juvenis. Diante d eum adversário muito exigente e tecnicamente muito evoluído a equipa vilaboense foi capaz de fazer valer as suas armas, levando de vencida o conjunto portuense.
Num jogo muito intenso, disputado do primeiro ao último minuto, a equipa vilaboense fez uso da sua excelente organização e disciplina tática para impor uma derrota por 4 – 2 ao coletivo portuense. Ângelo (2 golos) e Rui Couto (2 golos) foram os marcadores para o lado vilaboense. Este troféu ao mais elevado nível do futsal português (acima apenas se disputa a fase final do campeonato nacional de juvenis em futsal) vem premiar um percurso de trabalho competente e sério da secção de futsal da CPVBB. Sob a liderança de Manuel António Azevedo (diretor da secção de futsal) e a coordenação de Dário Teixeira (treinador), os jovens marcoenses deram uma enorme alegria às várias dezenas de adeptos que se deslocaram à freguesia de Arreigada no transporte organizado especificamente para o evento pela CPVBB.

terça-feira, 2 de abril de 2013

Petição contra a Suspensão da Requalificação da Escola Secundária de Marco Canaveses

"Pelo Marco de Canaveses, pelo futuro do concelho. Pelos jovens, que um dia serão menos jovens, e pelos seus sonhos... Pelo amanhã que se constrói dia a dia... Por todos os marcoenses vamos fazer a nossa voz ecoar nos corredores dos gabinetes de Lisboa e mostrar que a escola é um espaço de todos nós. Desafio-o, caro leitor, a assinar a petição em defesa da continuidade das obras de requalificação da Escola Secundária do Marco Canaveses e partilhar pelos seus. O Marco ficar-lhe-á grato."

Lino Tavares Dias, candidato pelo PS à Câmara Municipal Marco Canaveses
 
A sua assinatura, divulgação e envolvimento são essenciais para a continuidade deste projeto
 

sexta-feira, 1 de março de 2013

Apaixona-te pela JS


Decorreu na noite do passado dia 15 de Fevereiro, sábado, a segunda edição da iniciativa “Apaixona-te pela JS”, levada a cabo pela estrutura concelhia do Marco Canaveses da Juventude Socialista (JS Marco). Foram cerca de duas dezenas os elementos da JS Marco que procuraram de uma forma animada e positiva sensibilizar os jovens marcoenses para a necessidade de se apaixonarem pela sua rua, pela sua freguesia, pelo seu concelho e pela intervenção e exercício da cidadania enquanto elementos de uma comunidade que tem muito a ganhar com os contributos de todos os seus membros.

Os jovens socialistas marcoenses aludiram à efemeride do Dia de São Valentim – Dia dos Namorados – para procurar desenvolver uma mensagem de paixão e envolvimento na vida ativa na sociedade marcoense. A JS Marco apelou, deste modo, ao lado sentimental dos jovens marcoenses para que estes contribuam para a construção de um município mais atrativo e acolhedor dos mesmos. Nesse sentido a JS Marco distribuiu panfletos em forma de coração, dando a conhecer o trabalho que tem vindo a desenvolver ao longo dos últimos meses no contexto marcoense. Como a paixão deve ser uma constante mas a saúde não pode nunca ser esquecida, a JS Marco distribuiu, em conjunto com os corações, preservativos, apelando à paixão intensa mas segura.

“Após o excelente feedback da edição anterior decidimos voltar a concretizar esta iniciativa, concretizando assim mais uma atividade desta estrutura concelhia que respira, atualmente, dinamismo e vivacidade. Adicionamos este ano o fator “saúde” à iniciativa e distribuimos também preservativos, procurando passar uma mensagem de paixão pelo Marco Canaveses mas também pelos marcoenses, valorizando a prática segura de relações sexuais. Tal como no anterior ano, a recetividade dos jovens foi excelente, acolhendo com muita abertura a iniciativa e tendo, inclusivamente, participado através do contributo com propostas/opiniões/críticas em torno da realidade marcoense. Estes contributos permitirão enriquecer mais ainda as propostas e iniciativas a desenvolver futuramente pela JS Marco pois procuraremos incorporar nas últimas as visões e opiniões dos jovens marcoenses. Esta iniciativa, tal como outras anteriores e algumas vindouras já em preparação dão corpo a uma estratégia de aproximação e desmistificação das estruturas políticas aos cidadãos, procurando demonstrar que o real propósito destas é servir os cidadãos marcoenses (neste caso) e não o inverso” afirmou Miguel Carneiro.
Em breve mais fotos serão publicadas.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Quais as razões porque sou candidato em Marco de Canaveses? por Lino Tavares Dias


Sou arqueólogo há mais de trinta anos.

Um dia, em 1980, fui desafiado a vir do Porto até uma pequena aldeia do Marco de Canaveses, para analisar um sítio onde diziam aparecer “trastes antigos”.

Alguns dias depois, foi com naturalidade que iniciei escavações arqueológicas num lugar aparentemente inóspito dessa aldeia com o topónimo Freixo.

Os trabalhos de investigação nunca mais pararam até hoje. Na aldeia do Freixo foi sediado o laboratório, embora o estudo tenha sido ampliando aos concelhos envolventes, incluindo os da margem esquerda do rio Douro.

Um dia, corria a primavera de 1989, um amigo percorreu comigo as ruínas de Tongobriga, cidade romana que a minha equipa continuava a desenterrar no Marco de Canaveses.

No dia seguinte, esse meu amigo (Luís Varela) ofereceu-me um poema a que deu o título:

AS MÃOS DO ARQUEÓLOGO
Trazem-nos o sol doutros séculos,
Outra luz, pequenos hábitos, rituais.
Revolvem memórias, desvendam
Matérias, leem a vida
De que só tínhamos os sinais.
Vão por dentro do tempo:
Perscrutam as vozes adormecidas
Onde aprendemos a nossa voz.
Escrevem um poema de areia fina
Sobre a cidade que há no futuro.

Neste poema estão evidenciados, de forma implícita, os desafios que me levaram a aceitar o convite do partido Socialista para me candidatar no Marco de Canaveses, cerca de 33 anos depois de aqui ter começado a trabalhar.
No poema que o meu amigo escreveu,
Está o tempo – está a vida do homem ao longo dos séculos, a maturidade
Está a luz - o conhecimento,
Está o homem no seu quotidiano, nos hábitos, na crença de cada um e nos ritos coletivos que procura nas religiões.
Está a memória. Todos nós gostamos de estar bem de memória e de bem com as memórias.
Está a reflexão indispensável ao bom senso porque perscrutamos, escutamos e lemos os testemunhos e os exemplos ao longo dos séculos que nos ajudam a pensar.
Está a experiência da observação que nos permite ter opção de gosto - ser bonito ou feio.
Tudo isto é importante porque o conhecimento e a experiência ajudam a melhorar a nossa voz.
Mas esta aplicação do conhecimento e da experiência é assumida como poema escrito em areia fina, o que é uma salvaguarda inteligente, porque todas as propostas feitas pelo homem são por natureza temporárias, frágeis, com certezas sujeitas a retificações e a alterações mais ou menos subtis.
É a natureza da fragilidade da vida que nos exige que a respeitemos muito, e que, por mais milenar que ela seja, nos aconselha a recusar a existência de homens providência que nunca se enganam e raramente têm dúvidas.
E a materialização das ações deve ser na cidade que há no futuro, não só assumindo a cidade como sinónimo de território organizado mas também, e principalmente, como espaço e modelo em que o cidadão, assumido como indivíduo no gozo dos direitos civis e políticos, exerce a cidadania e, ao fazê-lo através do voto, está a intervir no futuro.
Ou seja, todo o trabalho de estudo, de investigação, de reconhecimento das estratégias milenares aplicadas ao território é interessante, mas só será importante se tiver perspetiva de futuro, se lançar desafios e se permitir lógicas prospetivas que suportem simultaneamente estratégias para as Pessoas e para o Território.

Ao longo de mais de três décadas tenho incidido o trabalho como investigador sobre um território vasto em que também se insere o Marco de Canaveses, mas que vai para além dele, indissociável de Montemuro e do Marão, do Tâmega e do Douro, assumindo a bacia do rio Douro, desde a nascente em Castela/Leão até à Foz.
A importância geoestratégica que este território teve desde a presença romana, desde há 2000 anos, é fundamental para percebermos melhor as dinâmicas e os desafios dos nossos dias. E, podem crer, é mais fácil desenvolver políticas quando conhecemos bem as fases e etapas da lenta construção destas paisagens, destes territórios milenares em que os rios servem como verdadeiras espinhas dorsais,
Se este é um território sobre o qual houve preocupações na antiguidade, atualmente deve ser um espaço entendido como suporte de pensamento, de investimento e até de inovação
Este é, também, um território que induz a internacionalização. Se é vulgar assumir-se a relação com a Galiza, neste caso facilmente suportada pelas estradas romanas e medievais que serviram as peregrinações a Santiago, e que continuam a poder ser percorridas, também a bacia do rio Douro induz a relação de proximidade com Castela/Leão.
Temos em evidência os valores patrimoniais que suportam esta leitura cultural do território e que potencia o turismo.
O Marco de Canaveses e a envolvência em que se integra, tem que ser um espaço em que se assuma, como prioridade, o respeito pelo Território e pelas Pessoas que nele nasceram, que nele crescem e envelhecem, que o usam para trabalhar ou para mero ócio.
Neste território, como em muitos outros, reconhecem-se contradições, mas também se reconhecem fortes valores identitários, determinantes em qualquer estratégia que se pretenda desenvolver na vida privada e na vida pública.
Há que valorizar o Território porque atua como elemento gerador de imagem e de reconhecimento de identidade
Há que valorizar o Território como suporte da Economia porque é este, com as Pessoas que o constroem e usam, que gera oportunidades de negócio e assim, converte-se em lugar de emprego e de atratividade.
Há que valorizar o Território como valor social porque é nele e sobre ele que se desenvolvem todos os projetos que contribuem para melhorar a qualidade de vida da população, desde a criança até ao idoso, desde o presunçoso ao humilde.
Procurei desenvolver alguns destes desafios durante os anos em que assumi para toda a região norte, a coordenação dos investimentos da cultura durante o III quadro comunitário, entre 2000 e 2006. Já então foi um desafio bonito e com ele aprendi muito.
Agora, em Fevereiro de 2013, decido aceitar o desafio da candidatura porque sinto que o momento é oportuno. Estamos numa altura em que a conjuntura económica já não sustenta o investimento megalómano de crescimento da rede urbana e, por isso, o proveito reside agora em passar à ação política de responsabilidade, de requalificação e de reutilização. Os próximos anos desafiam-nos a refletir sobre o novo quadro comunitário de apoio, um horizonte para 2020. Mas 2020 é já amanhã e, por isso, temos que pensar mais longe.
Sei que a arte de bem governar andou sempre ligada à arte da poupança.
O povo ironiza, mas aprecia. No poupar é que vai o ganho, dizem há muito tempo. O talento do pé-de-meia ainda grangeia respeito.
Mas há coisas em que não vale a pena passar necessidades. Não se adianta nada em economizar nas ideias. Quando existem, é usá-las. E, sempre que possível, as próprias.  
Assumir estas perspetivas parece-me coerente, não só porque conheço a capacitação endógena do território do Marco de Canaveses, mas também porque reconheço as qualidades das populações.
Para além de tudo isto, há um plano de orientação das políticas autárquicas que a Federação Distrital do Porto do Partido Socialista desenvolveu como suporte específico para a região do Baixo Tâmega e Vale do Sousa.
Agora, o empenhamento e o saber das Pessoas no Marco de Canaveses e a ajuda das estruturas concelhias, farão a alavancagem desses suportes e valorizarão a participação cívica com os seus próprios contributos.
Por tudo isto, agora, com 61 anos, com carreira longa nos quadros da administração pública, tendo concluído todas as provas académicas, desde a Licenciatura nos anos setenta, à Agregação em 2012, passando pelo Doutoramento terminado em 1995 (sempre na Universidade do Porto), senti que devia responder ao desafio de cidadania que me foi feito, com extrema cordialidade, por gente de bem.
Esta é, também, uma luta de cidadania assumida contra o silêncio. Nada é mais eloquente e perturbador que o silêncio. E, no entanto, nenhum outro ruído é tão inquietante como aquele que sobra das palavras que se não dizem.
Temos que quebrar os silêncios e salientar as nossas capacidades como povo, como gente, afirmar os lugares, as potencialidades e os recursos que nos dá a Terra-mãe e as suas gentes.
Terra–mãe e Gente que tornam o Marco de Canaveses num território desafiador, com atratividades identitárias que devem ser salientadas em qualquer plano estratégico.
Se, por exemplo, a serra da Aboboreira nos desafia a articular e complementar políticas com Baião e Amarante, em simultâneo, no Marco de Canaveses somos desafiados a desenvolver polos de atratividade sociocultural e económica como, por exemplo, aquele que é afirmado pelo granito e pelo extraordinário trabalho milenar dos pedreiros, suportado no conjunto constituído pelo Monte de Arados (com mais de 2000 anos de habitação humana), mas também pelas terras baixas com solos de boa qualidade onde foi construído (e tal não foi por acaso) há cerca de 1000 anos o estratégico mosteiro de Pendurada (ou Alpendurada) e, ainda, pelas evocações do trabalho na pedra que continua a fazer-se no século XXI e que, por isso, exige estratégias para que seja colocado nos mercados mundiais.
Do mesmo modo somos desafiados pelo polo de atratividade suportado no urbanismo da mais antiga capital do território, a cidade romana de Tongobriga, já então apoiada pela riqueza dos vales irrigados, nomeadamente do rio de Galinhas, cuja senhorialização, séculos depois, ali deixou a exuberante casa agrícola dos Arcos, contrastando com a singeleza da igreja local e com o que isso representa na análise social do território.
 Mas, em contraponto dessa singeleza, é neste polo de atratividade que integro a Igreja de Santa Maria, afirmação do final do século XX e desafio de pensamento do século XXI.
Temos também que reconhecer a atualidade que representa para a economia regional a travessia estratégica que desde o século II d.C. ligava a capital Bracara Augusta a Emérita Augusta (hoje na estremadura espanhola). Esta estrada marcou Quires com um povoado denso há 2000 anos e depois o mosteiro beneditino reorganizou aquele bom espaço agrícola, até que Vila Boa de Quires se impôs.
A mesma estrada obrigou à construção há 1900 anos de uma ponte em granito sobre o Tâmega, para além de servir e impulsionar as terras de Sunilanis, ou de Soalhães, já desde então comprovadamente ligadas ao mundo da latinidade.
Hoje, esta estrada seria considerada de interesse estratégico europeu.
Curiosamente, estas terras de Soalhães e Quires continuam a estar no mesmo eixo que liga aos itinerários principais que ajudaram a tornar os quilómetros mais rápidos, aproximando ao Aeroporto de Pedras Rubras, a Leixões, também ao Porto, à Galiza, a Castela.
E, se estes quilómetros são agora mais rápidos, espero que o mesmo aconteça com o caminho-de-ferro, pois, então, tudo será diferente para as pessoas e para a economia das zonas do Concelho que são servidas pelo comboio.
Estes são apenas alguns apontamentos que suportam o pensamento com que procurarei inovar a abordagem ao Território e às Pessoas.
Quero acreditar convictamente que tal é possível.  
São estas, genericamente, as razões porque sou candidato em Marco de Canaveses.
Em síntese, retomando o poema inicial.
Desejo que AS MÃOS DO ARQUEÓLOGO não só tragam o sol doutros séculos mas também contribuam para melhorar a vida que há no futuro.
Lino Augusto Tavares Dias
18 Fevereiro 2013

Concelhia do PS do Marco de Canaveses confirmou Lino Tavares Dias como candidato


A concelhia de Marco de Canaveses do PS ratificou, na segunda-feira à noite, a indicação da Federação do Porto para que o arqueólogo Lino Tavares Dias seja o candidato autárquico naquele município.


A votação dos elementos da comissão política foi realizada por voto secreto, tendo contado com 26 votos a favor da proposta e um nulo.
Com este resultado, está terminado o processo conturbado de escolha do candidato autárquico socialista no Marco de Canaveses, o qual já tinha contado com duas votações anteriores em que o único nome proposto pelo secretariado concelhio, Artur Melo, não mereceu a concordância da maioria dos dirigentes locais. O impasse levou a concelhia a solicitar que a federação avocasse o processo, o que determinou, no início de fevereiro, a indicação do independente e académico, de 61 anos, Lino Tavares Dias.
Antes da votação realizada na segunda-feira à noite, no Marco de Canaveses, o presidente da Federação do Porto, José Luís Carneiro, explicou aos dirigentes locais os motivos pelos quais o órgão distrital propusera aquele candidato.
"É um homem de nobre caráter que se disponibiliza para servir o Marco de Canaveses", afirmou Carneiro. Para o líder distrital, o candidato proposto "corresponde a um sobressalto cívico de um cidadão que quer arregaçar as mangas para servir as pessoas".
O presidente da federação recordou a ligação de Lino Tavares Dias ao concelho do Marco de Canaveses, onde foi investigador, durante 30 anos, na estação arqueológica de Tongóbriga, considerando que "o candidato tem condições para saber posicionar o concelho no contexto nacional".
"Esta é uma candidatura de propostas para servir os marcuenses", acrescentou, vincando a "capacidade de diálogo e de trabalho de equipa que carateriza o candidato".
Após a confirmação do resultado da votação, Lino Tavares Dias dirigiu as primeiras palavras aos dirigentes socialistas locais, afirmando que a sua candidatura é um desafio "num momento oportuno".
"Senti que devia responder ao desafio de cidadania", disse, prometendo trabalhar respeitando os ideais socialistas, com base "numa política de responsabilidade".
Na reunião também participou o dirigente nacional Miguel Laranjeiro, que sublinhou a "grande honra" que constitui para o partido ter um candidato como Lino Tavares Dias.
O secretário nacional do PS sublinhou o facto de a candidatura no Marco de Canaveses ser liderada por um independente, o que traduz, destacou, a abertura que o partido tem revelado à sociedade civil.
"É central a importância de [o PS] se conseguir alargar externamente, chamando pessoas que estão próximas dos nossos ideais", acentuou.
Para Miguel Laranjeiro, o desafio das autárquicas será "muito exigente em todo o país", destacando que "a vitória só acontecerá se houver muito trabalho".
"Não há vitórias antecipadas, mas há uma grande esperança numa vitória", acrescentou, voltando-se para o candidato no Marco de Canaveses.
fonte: Lusa

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Apaixona-te pela JS


Decorreu na noite do passado sábado a iniciativa "Apaixona-te pela JS". A JS Marco esteve no centro do Marco de Canaveses, na zona dos bares junto à Câmara Municipal, a divulgar as atividades que tem vindo a concretizar, tal como a procurar atrair os jovens para a participação cívica e intervenção pública, demonstrando, com isso, a sua paixão pela sua rua, freguesia, concelho ou temática/problemática.
Reiteramos aqui o nosso apelo à participação cívica de todos os jovens (e não só, como é óbvio) através dos meios que mais considerarem convenientes, sejam eles os partidos políticos, as associações, os grupos informais, os movimentos ou as cooperativas. Com o contributo de todos o Marco de Canaveses será, sem dúvida, um local melhor onde os marcoenses se sentirão mais confortáveis.
Enquanto presidente da concelhia do Marco Canaveses nda Juventude Socialista o meu apelo incide de forma mais direta nos jovens que se revejam na nossa forma de fazer política, na nossa postura proativa de cidadania e no trabalho que temos vindo a desenvolver. De uma forma mais ampla, o apelo dirige-se também a todos os que se revejam noutros partidos políticos ou organizações e que, através deles, possam dar o seu contributo para o nosso Marco Canaveses.
Apaixona-te pelo Marco... Apaixona-te pela JS!
Em breve divulgaremos imagens e outros conteúdos relativos à iniciativa (aqui e na nossa página de facebook).

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Álvaro... Machado: Passagem Obrigatória


Um raio que parta o quotidiano e a lei que trace o limite para homem!
Sejamos quem não tem limite, em sonhos ou em acções!
Um raio que parta! Que se dane as etiquetas e as conversas de café!
Andem às avessas, gritem como doidos, soltem o génio que há em vós!

in Quotidiano, Álvaro Machado

Há dias um caro amigo meu (e vosso, para muitos de vocês) escreveu de forma simples e humilde algo como: 400 publicações e 50 000 visitas, algo está a ser construído. Referia-se, como é óbvio, ao seu blogue e às suas publicações, maioritariamente poesia, pontuada por alguma prosa. Aconselho vivamente a uma visita a este espaço pessoal online deste jovem marcoense que poderá, um dia, colocar no mapa nacional o município marcoense... Mas pelas melhores razões, desta feita.

Poesia Álvaro

Pretendo com esta publicação fazer uma singela referência a este espaço onde podem beber um pouco de poesia, conhecer melhor a escritaria do Álvaro e, acima de tudo, mergulhar numa névoa de pensamentos e sentimentos que nos fazem perder pelos recônditos meandros da mente humana. O Álvaro não tem receio, receio das nossas opiniões e julgamentos. O Álvaro não tem receio de demonstrar o seu "eu" e de o partilhar com quem o acompanha. O Álvaro não tem receio de transparecer o que o importuna nem o que o espicaça... O Álvaro não tem receio de ser quem é e de o demonstrar perante tantos outros que tanto fazem para o esconder.
Álvaro, o tempo é, como muitos dizem, o melhor professor... Verás que este te ajudará a aprimorar os sentidos e o intelecto, deixa que ele te ensine, poderás dele abstrair valiosas lições. Bem sei que isto não se aplica tanto a ti, que tanto e tão bem escreves com tantos invernos contados, porém o tempo será teu aliado... E quando este se tiver aliado de forma irreversível, verás que não terás mãos a medir para tantas palavras prontas a escorrer de ti. Nem o teu homónimo, heterónimo de outrem  nasceu com as palavras escorreitas, munido de infindáveis recursos estilísticos... Nasceu, porventura, com  nada mais nem menos que tu e, isso, não tenho problemas em afirma-lo, sei que o tens e dificilmente o perderás: o génio!
Agora, sem mais rodeios e pseudo-tentativas de bem escrever, deixo a minha sugestão... Estou certo de que irão gostar, tal como o Álvaro gostará de vos ter por lá.
Visitem...

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

+ Opinião: Divagações


Divagando sobre ....
tudo quanto nos possa interessar,merecer a nossa atenção e ainda, eventualmente,servir para transmitir um pouco da nossa experiência de vida àqueles, certamente poucos, que poderão  revelar-se curiosos de tais ensinamentos.
Tenho a certeza que a grande maioria dos leitores do blogue da J.S.,pertencem a uma geração de marcoenses culturalmente bem preparada e como tal mais sensibizada para os gravíssimos problemas que a todos nos afetam, geração de jovens profundamente insatisfeita com o modo como vêem os “eleitos” do Povo, gerir os destinos da sua (nossa) terra,este lindo concelho de Marco de Canaveses,território com uma das localizações geográficas mais privilegiadas de todo o Portugal – um enclave entre dois rios de grande importância – o Douro e o Tâmega.
Infelizmente não poderei deixar de estar de acordo com a vossa opinião.
Possuir acesso a dois cursos de água deste volume e de enorme potencial no desenvolvimento das suas regiões ribeirinhas e verificar que praticamente estão ao abandono, sem que nos possamos aperceber duma política consequente  – não será uma fluvina no Tâmega e um cais de acostagem sem grandes condições de Bitetos, Várzea do Douro – que serão obra meritosa deixada aos nossos vindouros e lhes permita orgulharem-se do  património herdado.
E por hoje, não falemos das bárbaras agressões ambientais ao nosso património – a permanente eutrofização da albufeira do Tâmega  e a exploração desenfreada e descuidada dos nossos granitos.
Limito-me por hoje a uma chamada de atenção à juventude marcoense sobre estes tópicos, recordando-lhes que é o seu futuro património que está em causa.
E parece que Cultura é muito mais que aquilo que nos têm proporcionado.
Fico gratificado como velho marcoense verificar, finalmente, que temos uma juventude atenta, preparada, exigente. Bom seria que outros jovens não confundissem os reais interesses do Marco e dos seus filhos, com jogos e interesses partidários.
Fico profundamente triste e algo deprimido, quando se me proporciona a oportunidade de assistir a intervenções no forum público de jovens com reconhecidas capacidades intelectuais, mas encantados pelas sereias da partidocracia alienando o presente e o futuro da sua terra por troca de mordomias meramente materiais, éfemeras e sem que marquem de modo positivo as suas vidas.
Luís Vaz de Camões, Fernando Pessoa, Chopin, Amália Rodrigues, porque não Eusébio e tantos outros, ficaram para sempre na memória dos homens, alcançaram o top certamente pelos seus méritos, que não por processos enviesados.
Eu sei, eu estou atento, que aqueles que não pensam a vida à maneira deles são os “choninhas”. Epíteto usado para amesquinhar todos aqueles, que como diz Miguel Esteves Cardoso, não alinham no servilismo e no “culambolismo”.
Ora, meus caros jovens, não imaginam quanto me orgulho de poder andar na rua de olhos bem levantados e saber quanto os meus filhos se orgulham do pai que têm.
Um grande abraço a todos deste marcoense que se limita a divagar.
João Valdoleiros

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

JS apoia presidente da concelhia do PS Marco

Com representação na Comissão Política Concelhia do Partido Socialista do Marco, a JS tem vindo a fazer parte do processo democrático relativo à escolha do candidato que concorrerá pelo partido à Câmara Municipal do Marco de Canaveses. 

Desta forma, temos prestado todo o apoio ao presidente da concelhia, Agostinho Sousa Pinto, que poderá, sem qualquer margem para dúvidas, continuar a contar com a Juventude Socialista para engrandecer a atividade da instituição socialista no Marco de Canaveses.

A JS Marco considera que este é um processo de crucial importância para o futuro do partido, das suas visões e projetos, e, neste contexto, estará sempre ao lado dos militantes e das decisões que advierem da vontade dos mesmos. 

Numa democracia, a vitória e a derrota fazem parte do quotidiano da atividade partidária. Como tal, é imperioso coexistir de forma fraterna em ambos os cenários. O que se tem vindo a passar no PS Marco demonstra a vitalidade da concelhia e dos seus militantes, contribuindo deste modo para o fortalecimento do partido na realidade marcoense.

Assim, e com toda a certeza, concluído este processo, o Partido Socialista apresentará o candidato que melhor representará os socialistas marcoenses e, desta forma, melhor será capaz de servir TODOS os marcoenses. A JS Marco está ainda segura de que o candidato socialista à Câmara Municipal será a verdadeira alternativa às políticas erradas e aos últimos anos de desnorte da gestão camarária. 

Os militantes da Juventude Socialista do Marco de Canaveses

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Divagando... Pelo Carnaval


Divagando....
A quadra carnavalesca parece ter chegado mais cedo a Portugal, e também ao nosso Marco, alegremo-nos com tal antecipação, pois sobram os motivos para o nosso gáudio e risonha crítica, passíveis de serem apresentados nos corsos carnavalescos, proporcionando-nos uma excelente terapêutica ( leia-se, “purga”) para a cura, pelo menos temporária, da crise económica, financeira e social que a muitos afeta. Intoxicados, que andamos pela ingestão das receitas miraculosas da troika, este período de verdadeiro pré-carnaval vem a calhar.
Gaspar, promovido a candidato para encarnar a figura do Rei Momo, esforça-se com os seus esgares para a todos nos convencer, que o seu carnaval é um sucedâneo do conhecidíssimo e reputado Carnaval de Munique, deixando escapar assim a sua faceta germanófila.
Enfim, gostos não se discutem e cada um, democraticamente falando, come do que gosta, mas considero imperdoável e inaceitável, que o Rei Momo Gaspar me obrigue a gostar dos cozinhados da Sraª Merkel ou do seu adjunto Olli Rehn.
Não, não me esqueci que no nosso Marco também a quadra carnavalesca já começou. O povo ainda terá que aguardar uma boa temporada para ver desfilar o corso com as mais diversas figuras, desde as que se desunham a tentar convencer os seus pares que eles, sim, são os melhores para se candidatarem a reis momos, até aqueles, que pretendem disfarçar-se de “anjinhos” isentos de todos os pecados, ou querendo apenas desfilar com máscaras de bons samaritanos, sempre atentos a cuidar de sarar toda a espécie de feridas.
Não fora estes carnavais e morreriamos de pasmo, pois a cassete da partidocracia está gasta, de tão repetida e com cheiro a mofo.Necessita-se dumas lufadas de ar puro, bem oxigenado, sem odores envenenados.
Usa dizer-se que cada um come do que gosta e neste carnaval ainda não se foge à regra, cada um disfarça-se com a máscara que lhe dá mais jeito, até que um dia se faça luz na mente daqueles que realmente têm o poder nas suas mãos, o direito de voto. Vivo com a esperança de um dia assistir a uma boa e desejada vassourada.
João Valdoleiros

Há Carnaval em Soalhães


domingo, 27 de janeiro de 2013

Exposição Coletiva de Artes Plásticas para jovens marcoenses

Queres expor os teus trabalhos?
Se tens entre 15 e os 35 anos, participa na Exposição Coletiva de Artes Plásticas para jovens do Marco de Canaveses.
Inscrições / informações em:
Espaço Municipal da Juventude
927407212
Participa e divulga!
 
 

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

A Reforma Pavor (feita a Vapor)

"o mais corajoso homem entre nós tem medo de si próprio."
 
Oscar Wilde in " O Retrato de Dorian Gray"

E pronto... Está feito! Foi na 4ª feira passada promulgado pelo Presidente da República o diploma que define a Reorganização Administrativa (RA). Com os recados do costume, no estilo "estou a avisar, mas mais que isso não faço", mas foi aprovado. Desconheço a realidade do restante país. Conheço a do Marco Canaveses. É sobre essa que quero falar, deixando as minhas impressões do processo no nosso concelho:

1. O nosso concelho irá ser composto por 16 freguesias - mas não perdeu 15. O número a mim pouco me diz, a mim interessa-me mais a razão por detrás deste número.
 
2. Manuel Moreira, munido da sua perspicácia política, decide, logo à partida delegar responsabilidades à Assembleia Municipal e a uma putativa comissão que esta criasse (e criou). Moreira olha para esta reorganização não como uma oportunidade, mas sim como uma bala. Um projétil capaz de criar sérios danos na sua imagem. O contexto era favorável: a culpa é do Sócrates e, eventualmente, da Troika, as condições políticas no concelho as melhores (maioria absoluta na Assembleia Municipal), os meios existiam (técnicos da Câmara Municipal como nunca houve antes, atores políticos experientes) e os argumentos também (a necessidade da reorganização é evidente, não o vou discutir aqui pois já o fiz antes).
 
3. Astúcia política. Sim, até ao dia da Assembleia Municipal Extraordinária (momento em que o município conclui as suas responsabilidades no processo). Não, após esse momento! Até esse dia existia o vazio e a perspetiva de o preencher. Depois desse dia foi evidente: Manuel Moreira EXIMIU-SE das suas responsabilidades. Moreira disse "NIM" à RA. Manuel Moreira teve medo dos marcoenses, das suas opiniões, dos seus julgamentos. Manuel Moreira preferiu não emitir opinião a ser um elemento ativo no processo. PAVOR... Ou será que não?
 
4. Será que não? Porquê?! Como muitos saberão a JS Marco organizou um Ciclo de Sessões Esclarecimento para e por todo o concelho com o objetivo de aprofundar o debate em torno desta questão.

(MOMENTO HILARIANTE FOI AQUELE EM QUE MANUEL MOREIRA FALOU NA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DA NOSSA INICIATIVA COMO UM ELEMENTO NA AGENDA DA CÂMARA MUNICIPAL PARA ESCLARECER A POPULAÇÃO. NEM PARA ISSO HOUVE CORAGEM NESTE SENHOR, CORAGEM QUE NÃO LHE FALTOU PARA MENCIONAR A NOSSA INICIATIVA)

 5. Ao longo dessa iniciativa foi possível constatar um PS Marco, representado por Agostinho Sousa Pinto (e Artur Melo na 1ª sessão), e um PSD Marco, representado por Rui Cunha Monteiro, disponíveis para debater o assunto, em consonância em diversos momentos, com uma postura construcionista. Foram sessões profícuas, muito devido à prestações destes convidados. A ambos o meu profundo agradecimento.
 
6. As sessões de esclarecimento levavam a pensar que estes partidos estariam disponíveis para dialogar e conseguir a melhor solução para os marcoenses. Ao mesmo tempo que a JS Marco trabalhava no sentido de conseguir o melhor para os marcoenses, a Comissão criada por António Coutinho paratrabalhar no assunto NADA FAZIA. Foram cerca de 7 meses sem reunir, debater ou avançar.
 
7. Posteriormente António Coutinho apresenta uma proposta de Reorganização Adminstrativa como base de trabalho, porém recusa a sua paternidade. A Comissão responsável desconhecia a mesma. Todavia ela nasceu e ALGUÉM A CRIOU. Aqui entra novamente o PAVOR de Manuel Moreira. Com estes episódios quebra-se, irreversivelmente, o clima de diálogo que houve até Fevereiro na Comissão e até Julho nas Sessões da JS Marco.
 
8. Entrando agora no campo hipotético e, portanto, falível e pouco fiável apresento a minha teoria perante o decorrer dos acontecimentos:

MANUEL MOREIRA COM RECEIO DO IMPACTO NEGATIVO DA RA QUEBRA  O CLIMA DE DIÁLOGO ENTRE OS PARTIDOS PARA, POSTERIORMENTE, MANDATAR ANTÓNIO COUTINHO A APRESENTAR UMA PROPOSTA MENOS INCISIVA, LOGO MENOS NEGATIVA PARA A IMAGEM DO EXECUTIVO. COM CONTROLO ABSOLUTO DA SITUAÇÃO MANUEL MOREIRA NEGOCEIA ESTA PROPOSTA NO SEIO DO SEU PARTIDO E EXECUTIVO E DÁ O AVAL À PROPOSTA FINAL APRESENTADA PELO PSD NA ASSEMBLEIA MUNICIPAL EXTRAORDINÁRIA, FAZENDO APROVAR A PROPOSTA COM UMA SUPOSTA "LIBERDADE DE VOTO" DOS DEPUTADOS SOCIAL DEMOCRATAS. MANUEL MOREIRA CONSEGUE O SEU DESÍGNIO DE MINORAR O IMPACTO NEGATIVO DO PROCESSO NA IMAGEM DO EXECUTIVO E, CONCOMITANTEMENTE, FAZER PASSAR A SUA PROPOSTA.

9. Será isto PAVOR? Manuel Moreira, a meu ver, fez aprovar uma proposta que lhe agrada. Não sei qual o adjetivo para alguém que apresenta uma proposta às custas de outros (Rui Cunha Monteiro e António Countinho), nem quero com isto insinuar o que quer que seja acerca de Manuel Moreira, gostaria apenas de saber a leitura dos acontecimentos por parte de outras pessoas: qual o adjetivo para esta atitude de oferecer o corpo de outrém às balas dirigidas a si?
 
10. Conclusão: Uma proposta de RA FRACA, INCOMPLETA, SEM FUNDAMENTO TÉCNICO E COM INCOERÊNCIAS POLÍTICAS CLARAS (penso que a maior coerência deste novo mapa foi a aglomeração de freguesias onde candidaturas independentes/AFT venceram com freguesias onde o PSD venceu em 2009).
 
11. Quem mais ganha com isto? Manuel Moreira pois consegue aprovar uma proposta do seu agrado sem que se tenha pronunciado acerca de NADA; O PSD Marco pois concretiza agregações estratégicas no plano político.
 
12. Quem mais perde com tudo isto? Os MARCOENSES que vêem concretizada uma RA DEMASIADO MÁ e que permite a manutenção da gestão autárquica com base nas "capelas", isto é, no poder de alguns nas freguesias, ainda sem dimensão para exigir um constante debate em torno dos assuntos mais importantes; os JOVENS MARCOENSES que vêem com esta proposta limitada a possibilidade de desenvolvimento de mais eficientes e potenciadores modelos de gestão autárquica para o futuro, tal como lhes é limitada a possibilidade de no futuro fazer algo melhor pela gestão administrativa (surgirá o argumento "já foi feita uma reforma administrativa há poucos anos"); Rui Cunha Monteiro pois foi a ele que coube a árdua tarefa de apresentar a proposta na Assembleia Municipal (o meu humilde reconhecimento pela coragem e verticalidade com que o fez).

13. Acredito que os jovens, os futuros responsáveis pela gestão autárquica terão a serenidade, a coragem e a lucidez para, em momentos vindouros como este, conseguir soluções onde os SUPERIORES INTERESSES DO MARCO DE CANAVESES E DOS MARCOENSES sejam defendidos e colocados a um nível de preponderância inigualável... Ao contrário do que se passou com esta Reforma Pavor (feita a vapor).
 
Muito mais haveria a dizer acerca do assunto, muito mais e melhor deveria ser feito... Ficará para umas boas conversas de café. Termino sublinhando o enorme orgulho que tenho quando afirmo que a JS Marco Canaveses esteve, a meu ver, à altura dos acontecimentos, tendo procurado, no momento em que é esperado que os eleitos se excedam, criar espaços de diálogo, tendo construído pontes de comunicação, tendo aproximado os marcoenses do debate e dos responsáveis pela decisão e tendo, mais que tudo, tido a coragem de assumir a sua posição de forma clara e inequívoca com uma ÚNICA COISA EM MENTE:
 
CONSTRUIR UM MELHOR MARCO DE CANAVESES.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

JS Marco Canaveses - Newsletter Nº 1

É com enorme orgulho que apresentamos o 1º número da Newsletter da JS Marco Canaveses. Um documento que pretende colocar-te a par, de forma sucinta e clara, das atividades que a JS Marco tem cocretizado, das opiniões que tem divulgado e das causas e projetos que defende. Lê já - será breve - e fica a saber um pouco do que fizemos no último ano.
Partilha a newsletter e dá a conhecer aos teus amigos o nosso trabalho.


sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Solidariedade: o desafio do GCA

Não pretendo acrescentar qualquer palavra à mensagem, apenas ajudar na sua divulgação. Porém, não posso deixar passar a oportunidade para felicitar o Tiago Oliveira (Jaymz) pelo pequeno, mas muito pertinente, texto e toda a equipa do Ginásio Clube de Alpendorada pelo seu trabalho concretizado ao longo dos anos, formando e sagrando campeões atrás de campeões sem que, para isso, conte com qualquer especial apoio camarário. Aqui fica a minha devida vénia. Agora... Quem puder, os contributos serão todos bem acolhidos. Sabe mais através da página do GCA.