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quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Política e os Portugueses 13

Episódios do dia-a-dia em que sinto no meu bolso (e no de todos) as políticas concretizadas no Hemiciclo (esse lugar que não raras vezes me parece distante):

I. O Expresso notícia o risco que existe de centenas de imóveis ficarem por classificar até ao final do ano. Uma total anormalidade. Como se explica que exista um volume tão elevado de imóveis que não consigam ser considerados (ou não) património?! Este é apenas mais um dos sinais de megacefalia deste governo: centralização total até ao ponto de se tornar inoperante. Desde a segurança social, às finanças públicas, entre muitos outros exemplos, este governo dá CLAROS sinais de lentidão e, por isso, incompetência. Esta necessidade de ter controlo absoluto sobre tudo o que se passa (pseude-fascismo) paralisa o setor público. Note-se que entre os imóveis que aguardam classificação, estão alguns marcoenses: Igreja Santo Isidoro, Igreja do Convento de Alpendorada, Capela de Fandinhães e a Igreja de Santa Maria.

II. Inenarrável a conclusão da Unidade Técnica de Apoio Orçamental: 66% do corte no estado foi feito à custa da redução de salários, nomeadamente através de retenção de subsídios e cortes salariais. Aliada à inoperância do estado (centralizado por este governo) a ineficácia deste governo em restruturar o setor público é uma séria ameaça ao esforço feito pelos portugueses. Este governo apregoava a renovação, o corte nas gorduras, a mudança séria... Mas este governo nada faz. O que podemos esperar quando voltarem os salários? Um estado novamente pesado e tal como estava? O que se vai dizer aos contribuintes? Que em troca de COLOSSAIS esforços contributivos o governo foi incapaz de reformular o estado? Estamos a brincar aos políticos... E as medidas de austeridade continuam a ser anunciadas em catadupa!

Vamos mudar isto ou quê?? Não é mais tempo de ficar no café a opinar ou no sofá a barafustar! Ação, intervenção e envolvimento é o que se exige!! Junta-te a nós... O Marco precisa, Portugal precisa de ti!
Porque, frequentemente, a política que ambiciono e projecto é muito distante da política praticada. Mas também porque a política é essencial para o quotidiano equilibrado de uma sociedade sustentável!!

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Política e os Portugueses 12

Episódios do dia-a-dia em que sinto no meu bolso (e no de todos) as políticas concretizadas no Hemiciclo (esse lugar que não raras vezes me parece distante):

I. O desemprego sobe. Tal como há dias aqui apontei, os 15,9% de taxa de desemprego são reflexo de uma política completamente orientada para a redução do défice orçamental sem que, para isso, se olhe a meios. Ironia da coisa: o défice e a dívida sobem. Os objetivos são gorados e os portugueses assistem a estimativas e tentativas falhadas... À sua custa! Mas não nos apoquentemos... Isto é apenas um cenário que se desenha, um contexto de oprtunidade que se ergue perante os nossos olhos! Olhemos para o mar de oportunidades que se abrem portanto... São muitos os desempregados, logo são muitas as oportunidades! Lógica simples: pieguiçes à parte, vamos aproveitar as oportunidades.

II. António Borges é um nome que, confesso, me assusta. Não intimida, apenas assusta. O seu intelecto, verdadeiramente superior, absolutamente galático, portentosamente estratosférico - sobre-humano em suma - merece ZERO palavras, visto que Daniel Oliveira já fez uso delas de forma tão primorosa. Nada a acrescentar quanto a isto, portanto. O que me assusta neste nome é a clara noção de que é a isto - sim ISTO - a que estamos entregues. É este senhor que manipula a (pouca) massa encefálica do nosso Primeiro-Ministro. Este é dos conselheiros mais influentes deste governo. Este ser é um dos principais estrategas da política atual. Esta á, sem dúvida, a criatura que mais repúdio me tem gerado nos tempos que correm. Estamos entregues à bicharada... Mas assim continueamos!

Vamos mudar isto ou quê?? Não é mais tempo de ficar no café a opinar ou no sofá a barafustar! Ação, intervenção e envolvimento é o que se exige!! Junta-te a nós... O Marco precisa, Portugal precisa de ti!
 
Porque, frequentemente, a política que ambiciono e projecto é muito distante da política praticada. Mas também porque a política é essencial para o quotidiano equilibrado de uma sociedade sustentável!!

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Política e os Portugueses 11

Episódios do dia-a-dia em que sinto no meu bolso (e no de todos) as políticas concretizadas no Hemiciclo (esse lugar que não raras vezes me parece distante):

I. As prioridades, em muitas ocasiões da vida, refletem em muito aquilo que pensamos ou consideramos mais importante. Para este Governo, nos dias que que vivemos, a prioridade é claramente a imagem política do partido e do governo relativamente ao diferendo com Paulo Portas, uma vez que foi tão célere a convocatória para reunião dos órgãos nacionais do partido... Uma rapidez que assombra o mais pacato dos portugueses, visto que essa mesma rapidez não se tem verificado relativamente a uma das maiores manifestações desde o 25 de Abril de 1974: no dia 15 de Setembro saíram 1 milhão de Portugueses à rua para por em causa tudo aquilo que Passos Coelhos, Paulo Portas e companhia têm feito ao longo do ano, não obstante os números massivos da manifestação... Ouvem-se apenas grilos a ecoar nos jardins de São Bento relativamente ao descontentamento nacional. Coisa secundária, portanto...

II. A Reorganização da Administração Local tal como está plasmada na lei nº 22/ 2012 é, na minha modesta opinião, redutora, ineficaz e insuficiente. Esta lei, que poderia criar as condições para uma reorganização condigna para com as populações, castra à partida muito daquilo que poderia alcançar: representatividade, eficiência administrativa, regionalização, proximidade de qualidade... Foi vergonhoso assistir ao não consenso por parte do PSD e CDS relativamente à constituição dos executivos municipais... Em cima de tudo isto, temos no Marco de Canaveses a condução do pouco que resta (agregação de freguesias) de forma deficitária, autista e autocrática!!! Lamentável... Quando a mudança se exige... O calor aperta nos nós das gravatas! Depois estranhe-se que a sociedade esteja de costas voltadas para a política!!

Vamos mudar isto ou quê?? Não é mais tempo de ficar no café a opinar ou no sofá a barafustar! Ação, intervenção e envolvimento é o que se exige!! Junta-te a nós... O Marco precisa, Portugal precisa de ti!
Porque, frequentemente, a política que ambiciono e projecto é muito distante da política praticada. Mas também porque a política é essencial para o quotidiano equilibrado de uma sociedade sustentável!!

terça-feira, 10 de julho de 2012

Política e os Portugueses 10

Episódios do dia-a-dia em que sinto no meu bolso (e no de todos) as políticas concretizadas no Hemiciclo (esse lugar que não raras vezes me parece distante):

I. Irónico é certamente que meses após o PS ter proposto a prorrogação do período de ajustamento ter vindo a público, em nome pessoal, Miguel Frasquilho - vice-presidente da bancada parlamentar do PSD, concordar com essa mesma proposta! Este episódio é, claramente, uma manifestação, um fenótipo do pensamento que é cada vez mais consensual no seio do PSD: os prazos e as metas estipulados são impossíveis de alcançar. O problema de tudo isto é que à custa de uma série de jogos de poder (ai e tal não podemos ser nós a pedir isso, tem de ser a Troika a propor! Não podemos dar parte fraca... etc) os PORTUGUESES estão a pagar, do seu bolso, as medidas estipuladas, tão orgulhosamente, "além da Troika". Enquanto uns têm medo de assumir o monumental falhanço do programa de ajustamento outros sentem no corpo o que os primeiros - medrosos - vão determinando no sentido de esconder, com uma peneira, o sol. Mas o jogo há-de continuar... É isto que se acredita ser o melhor para o país: jogar com posições de poder que, NINGUÉM SE ILUDA, são imutáveis: ele não é nem nunca foi nosso!

II. A maioria dos portugueses frequenta aulas, faz frequências, trabalhos, apresentações e é posta à prova por outros instrumentos de avaliação que tais para ter uma licenciatura... 3 semestres é que se exige, em média, para obter o grau de licenciado em qualquer universidade, incluivamente na Lusófona!! Apenas Miguel Relvas parece estar acima de qualquer outro português: 1 ano, 4 avaliações e 32 equivalências são suficiente spara um homem cujo currículo profissional justifica a ausência de quaçquer experiência de aprendizagem universitária/ politécnica. Mais um caso para o panteão dos grandes momentos que dignificam os nossos políticos!!

Vamos mudar isto ou quê?? Não é mais tempo de ficar no café a opinar ou no sofá a barafustar! Ação, intervenção e envolvimento é o que se exige!! Junta-te a nós... O Marco precisa, Portugal precisa de ti!
Porque, frequentemente, a política que ambiciono e projecto é muito distante da política praticada. Mas também porque a política é essencial para o quotidiano equilibrado de uma sociedade sustentável!!

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Política e os Portugueses 9

Episódios do dia-a-dia em que sinto no meu bolso (e no de todos) as políticas concretizadas no Hemiciclo (esse lugar que não raras vezes me parece distante):

I. Discute-se incessantemente a questão da privatização da RTP. Assumo, desde já que sou a favor de uma privatização parcial, isto é, deixar para o Estado o papel de difusor de conhecimento, cultura e desporto/lazer através da RTP 2, fazendo deste o seu canal de comunicação por excelência. Mas isto são outros quinhentos... Para uma outra altura! Esta discussão em torno da privatização faz-se muitas vezes através de argumentos no mínimo dúbios. Todavia, assomou-me recentemente o seguinte pensamento: como é possível assumir encargos mensais na ordem de milhões de euros com a RTP e, simultaneamente, exigir aos portugueses 20€ para aceder ao serviço de urgência de um hospital do SNS? Algo está incrivelmente desequilibrado na conceção estratégica da política governativa.

II. O reembolso do IRS é um momento em que se obtém (para quem a ele tem direito) um encaixe financeiro suplementar, resultante do processo de poupança (retenção em fonte) concretizado ao longo do ano em prol do estado. Este ano será ainda mais bem-vindo este suplemento financeiro, por motivos que não vale a pena enumerar mas que todos conhecem. Cómico e até patético é assistir a um governo que promete reembolsos do IRS em 20 dias após verificação da declaração de IRS (via online) e depois andar por aí a mentir, a garantir que estão todos a ser pagos no prazo assumido. Não, não estão. Mas mal não vem ao mundo, a meu ver, que haja um atraso de 10 dias que sejam. Penso apenas ser desnecessário esconder a verdade e contribuir com mais uma facada na seriedade e transparência do poder político: assim os portugueses continuarão a não acreditar! Bastaria, creio eu, dizer que o atraso é reduzido e que será regularizado o reeembolso do IRS assim que possível. Simples!


Vamos mudar isto ou quê?? Não é mais tempo de ficar no café a opinar ou no sofá a barafustar! Ação, intervenção e envolvimento é o que se exige!! Junta-te a nós... O Marco precisa, Portugal precisa de ti!
Porque, frequentemente, a política que ambiciono e projecto é muito distante da política praticada. Mas também porque a política é essencial para o quotidiano equilibrado de uma sociedade sustentável!!

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Política e os Portugueses 8

Episódios do dia-a-dia em que sinto no meu bolso (e no de todos)  as políticas concretizadas no Hemiciclo (esse lugar que não raras vezes me parece distante):
I. O Primeiro Ministro fala e o povo obedece... Ou não! Este Carnaval não há feriado... Aliás, nunca houve. Mas o PM fala na impossibilidade de haver celebrações carnavalescas num momento em que: a) calendários escolares estavam definidos; b) sector privado tinha já definido a pausa no seu calendário; c) coletividades estavam já com preparativos adiantados. É óbvio que tudo isto são ninharias ao lado de uma afirmação do PM, tudo seria posto em 2º plano. Não, neste caso, verifica-se que o PM fala e o povo obedece... À exceção da função pública que lá foi para os postos de trabalho prestar serviços a... Ninguém (está tudo a ver o Carnaval).
II. As férias foram assunto central no acordo de concertação social: a sua redução é essencial. Aparentemente trabalhamos muito pouco... Ou produzimos muito pouco. Qual será? De qualquer forma interessa-me apenas lembrar o caso da Autoeuropa, que vai manter os 25 dias de férias para os trabalhadores! Mais ainda, esta fábrica tem o 1º lugar no ranking de assiduidade de fábricas de todo o grupo Volkswagen (sim, aqui entram fábricas alemãs) e ainda aumentou a sua força de trabalho em 12%. Isto leva-me a pensar que o fardo da culpa da falta de produtividade ou incapacidade competitiva pode não estar apenas nos trabalhadores portugueses... O que incomoda um pouco é o facto de a classe gestora do nosso país ser ainda pouco responsabilizada socialmente e ser ainda um feudo de anonimato e incolumidade (exemplo: a culpa das greves e da má situação financeira das empresas públicas é apenas dos funcionários "comunas" e não dos gestores).
Vamos mudar isto ou quê?? Não é mais tempo de ficar no café a opinar ou no sofá a barafustar! Ação, intervenção e envolvimento é o que se exige!! Junta-te a nós... O Marco precisa, Portugal precisa de ti!
Porque, frequentemente, a política que ambiciono e projecto é muito distante da política praticada. Mas também porque a política é essencial para o quotidiano equilibrado de uma sociedade sustentável!!

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Política e os Portugueses 7

Episódios do dia-a-dia em que sinto no meu bolso (e no de todos)  as políticas concretizadas no Hemiciclo (esse lugar que não raras vezes me parece distante):
I. O Governo queixa-se dos custos da greve, queixa-se que é preciso sermos mais produtivos e fala prepotentemente de poupança, eficiência e viver acima das possibilidades. VERGONHOSO, pois continuam as nomeações para gabinetes com subsídios... Ah não, perdão: suplementos que por acaso são pagos em novembro e junho!!O exemplo é para se dar!! Sujidade, lama... Enfim... Fertilizante (para não ser mal educado)!!
I. Não é que este assunto tenha muito que ver com política, mas cá fica, pois tem muito do que, a meu ver, é causa do caos. O Público noticia que Mark Zuckerberg foi apenas o 5º mais bem pago da sua empresa. Isto pouco me interessa, interessa-me sim, o facto de Sheryl Sandberg ter auferido em 2011 23,56 M€!!! 23,56 M€!! Mais uma vez: 23,56 M€??!! Mas que treta é esta? Não duvido das suas capacidades, do seu valor profissional ou da qualidade do seu trabalho e, muito menos tenho qualquer problema pessoal com esta gente e com esta empresa (que aliás providencia 1 excelente ferramenta)... Mas, sejamos sérios!!! Quem precisa de tamanho montante de rendimentos?? Com uns "míseros" 100 mil€ anuais não teria todo o conforto (e algum luxo desnecessário) que se pode querer?? Pior ainda quando. CERTAMENTE, existirão funcionários na empresa em condições precárias, sem qualquer apoio social e perspectiva de progressão profissional! Este tipo de montantes (nem vale a pena falar noutros CEO's, jogadores de futebol, ect) é ridiculo, MONSTRUSO e DESUMANO.

Vamos mudar isto ou quê?? Não é mais tempo de ficar no café a opinar ou no sofá a barafustar! Acção, intervenção e envolvimento é o que se exige!! Junta-te a nós... O Marco precisa, Portugal precisa de ti!
Porque, frequentemente, a política que ambiciono e projecto é muito distante da política praticada. Mas também porque a política é essencial para o quotidiano equilibrado de uma sociedade sustentável!!

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Política e os Portugueses

Episódios do dia-a-dia em que sinto no meu bolso (e no de todos)  as políticas concretizadas no Hemiciclo (esse lugar que não raras vezes me parece distante):
I. Acordo na Concertação Social: Este tópico está a ser prematuramente colocado neste rubrica, isto porque os Portugueses vão senti-lo apenas daqui a uns meses. Mas vão senti-lo!! É uma ofensa para os trabalhadores o que foi ontem acordado. Este acordo não serve em nada para garantir maior produtividade, apenas diminui o custo do trabalho (penaliza quem trabalha). Mais ainda: os empresários salientaram VEZES SEM CONTA que não é o custo do trabalho o principal factor de diminuição da produtividade. Existem aspectos que são, porventura, exagero (feriados, pontes, indemnizações... reconheço), mas tudo o resto é CRIMINOSO! Além da chicotada que é nas costas dos trabalhadores portugueses, pode ter ainda consequências negativas a nível orçamental! Este acordo põe de parte sacrifícios para as entidades patronais: apenas os trabalhadores pagam! De notar que Portugal recebeu, em média, cerca de 6M € por dia da UE para se colocar num outro patamar... e que esses 6M € diários não estão nas casas, nos carros e nos luxos dos trabalhadores! Tivéssemos nós uma classe gestora capaz, competente e eticamente consensual... E talvez não fosse necessário este golpe nos trabalhadores!

II. EN's cheias: Incrível o número de veículos de mercadorias, pequenos comerciais e automóveis ligeiros que tenho verificado nas estradas nacionais do Norte por onde tennho circulado (a saber, Porto, Maia, Braga, Barcelos, Guimarães, Vizela, Penafiel)!! Os volumes de trânsito nestas nacionais estão como nunca vi... E as (ex) SCUTS cada vez mais vazias!!
Vamos mudar isto ou quê?? Não é mais tempo de ficar no café a opinar ou no sofá a barafustar! Acção, intervenção e envolvimento é o que se exige!! Junta-te a nós... O Marco precisa, Portugal precisa de ti!
Porque, frequentemente, a política que ambiciono e projecto é muito distante da política praticada. Mas também porque a política é essencial para o quotidiano equilibrado de uma sociedade sustentável!!

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Política e os Portugueses

Episódios do dia-a-dia em que sinto no meu bolso (e no de todos)  as políticas concretizadas no Hemiciclo (esse lugar que não raras vezes me parece distante):
I. O Abono de Família: Já diversos amigos comentaram os seus casos e não posso passar sem os colocar aqui! O último deles é o de agregado familiar, um casal com uma filha (outra a caminho), cujo rendimento bruto mensal de todo o agregado é de aproximadamente 1650€! Relembro: 1 filha e outra a caminho! Foi-lhes retirado o abono de família. Ao que parece foram considerados ricos por terem uma conta poupança em nome conjunto e outra em nome da filha, cujo valor total despositado nessas contas era de 2300€!! Por mais incrivel que seja, foi exactamente essa a justificação por parte da DGCI: possuirem activos elevados em poupança! MIRABOLANTE!!! Que ideia sugere isto: Gaste o seu dinheiro e depois venha ao Estado pedir Abono?? Gaste o seu dinheiro, nao o poupe?? Gaste o seu dinheiro, não precaveja eventualidades? Gaste para o agora, hipoteque para o depois? Enfim... Irritante mesmo!!
III. Só para criar o contraste: Catroga ganha cerca de 55m € (desculpem, pintelhos) mensais. O Governo vende a EDP (negócio bem dirigido) e depois... Mete lá a escumalha toda!! Aquilo parece um pomar de laranjas... Um laranjal!! Assim o é na EDP, nas Águas de Portugal, na CGD, nos Hospitais!! E isto SÓ nos casos em que os indivíduos em questão apresentam CV's repletos de inexperiência na área para a qual foram nomeados!! Ainda falta a ERC, mas isso merece um texto à parte!!
Vamos mudar isto ou quê?? Não é mais tempo de ficar no café a opinar ou no sofá a barafustar! Acção, intervenção e envolvimento é o que se exige!! Junta-te a nós... O Marco precisa, Portugal precisa de ti!
Porque, frequentemente, a política que ambiciono e projecto é muito distante da política praticada. Mas também porque a política é essencial para o quotidiano equilibrado de uma sociedade sustentável!!

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Política e os Portugueses

Episódios do dia-a-dia em que sinto no meu bolso (e no de todos)  as políticas concretizadas no Hemiciclo (esse lugar que não raras vezes me parece distante):
I. Engraçada de se seguir, a troca de comentários entre Luís Vales e Jorge Valdoleiros no Blogue Marcoense Como Nós! Engraçada pois vê-se um deputado da ASSEMBLEIA da REPÚBLICA a atirar números que, não obstante serem em parte verdade, se esquivam por entre outros números cujas fontes são fidedignas. Cómico ainda é assistir a um blogger (de qualidade inexorável diga-se) sem quaisquer responsabilidades políticas esgrimir argumentos mais consistentes que um DEPUTADO da ASSEMBLEIA da REPÚBLICA. Espero que isto não passe a mensagem errada dos nossos políticos!
II. Há poucos dias foi-nos desvendado o preço da incompetência dos nossos políticos: 34 400 M€!! Este é o valor dos juros que o programa de assistência financeira prevê! Não é agora que devemos estar indignados, há já muito tempo que os Portugueses deveriam fiscalizar mais rigidamente a acção dos políticos portugueses. Incompetência de uns é a conta de todos! Este valor seria suficiente para suportar as despesas da CM Marco de Canaveses durante séculos... Segundo Luís Vales e o seu partido: Tudo Culpa do Sócrates! Não mudemos de mentalidades... E estarão futuras gerações a lamentar-se do mesmo! Esconder o passado é sinal de imaturidade, mas fintar responsabilidades é muito maduro é!
III. As cenas de quase "pancadaria" na última Reunião de Câmara merecem aqui uma palavra de menção... Mais não mais: VERGONHOSO!
IV. Último apontamento: És lixo? A Fitch acha que sim! Tu, eu e todos os Portugueses! Todos somos responsáveis por isto (penso eu, já que todos pagamos). Vamos mudar isto ou quê?? Não é mais tempo de ficar no café a opinar ou no sofá a barafustar! Acção, intervenção e envolvimento é o que se exige!! Junta-te a nós... O Marco precisa, Portugal precisa de ti!
Porque, frequentemente, a política que ambiciono e projecto é muito distante da política praticada. Mas também porque a política é essencial para o quotidiano equilibrado de uma sociedade sustentável!!

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Episódios do dia-a-dia em que sinto no meu bolso (e no de todos)  as políticas concretizadas no Hemiciclo (esse lugar que não raras vezes me parece distante):
      I:Circula pela Web uma imagem viral que fala no apoio do Estado para quem se droga, para quem engravida acidentalmente, para quem está desempregado ou até para quem não quer trabalhar!!! Mais um aspecto curioso quanto a isto: O Estado financia os partos ocorridos nas Ordens e Hospitais Privados, mesmo quando tem uma rede hospitalar e de serviços de neonatologia/obstetrícia evoluída e na área em questão!!! Pagamos nós os partos aos casais que não querem fazer o parto nos hospitais e maternidades públicas. Temos os melhores profissionais de saúde no SNS, as melhores condições e uma cobertura do território nacional considerável... Mas não, isto não basta... Vamos pagar as indulgências de quem não considera que o SNS (erroneamente) tem as condições para levar a cabo um parto.
      II: As subvenções e pensões vitalícias do estado: ora bem, quando eu mudar de empresa, pela linha de pensamento do Estado, vou ter uma pensão vitalícia da empresa em que me encontrava!! Já que fiz um serviço para essa empresa, devo ter uma pensão vitalícia!! Pois claro, tal é o sacrifício no serviço público prestado que todos que por lá passam ficam praticamente inválidos para a vida!! Não conheço ministros, secretários de estado, etc. que lá estejam ou tenham estado por obrigação ou coacção! Desta forma, vou tentar saltar de empresa em empresa para ir acumulando pensões até não ter que trabalhar para ter rendimentos elevados!!
Porque, frequentemente, a política que ambiciono e projecto é muito distante da política praticada. Mas também porque a política é essencial para o quotidiano equilibrado de uma sociedade sustentável!!

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Política e os Portugueses

Episódios do dia-a-dia em que sinto no meu bolso (e no de todos)  as políticas concretizadas no Hemiciclo (esse lugar que não raras vezes me parece distante):
      I: No princípio do mês de Setembro recebi uma boa notícia: Foi-me atribuida subvenção no Programa Porta 65 Jovem. Fiz a minha candidatura online, preenchi todas as secções, fiz o upload dos documentos necessários e fiz ainda uma prestação de esclarecimentos tal como me foi pedido. Consegui, por direito próprio, uma subvenção de 50% do valor da minha renda pelo período de 1 ano. Fiquei radiante!! É uma preciosa ajuda para o meu bolso. Fico feliz por aqui reportar um exemplo positivo de políticas na área da Juventude, mais concretamente da Emancipação Jovem. Este foi um projecto pelo qual a Juventude Socialista lutou muito e concretizou em prol dos jovens.
      II: Sou trabalhador independente, isto é, estou a recibos verdes. Nada de especial... Sou mais um nesta situação (antes isto que estar sem fazer nada, sem ganhar dinheiro ou sem autonomia para me sustentar). O que me indigna mormente nesta situação em que muitos jovens se encontram é a inexistência de Fundo de Desemprego. Eu trabalho como os outros, desconto como os outros (ainda mais que os outros: 21,5% retenção em fonte), contribuo para a Segurança Social como os outros... Simplesmente não tive a felicidade de me ter sido oferecido um contrato de trabalho. Não o espero (em pé ou sentado), trabalho apenas: mostro o meu valor e a minha competência diariamente para justificar mais um mês de prestação de serviços. Porque RAIO não tenho eu direito a Fundo de Desemprego?? Não o desejo ou pretendo, apenas acho-me no direito de, tendo já mais de 18 meses de trabalho, ser equiparado a todos quantos e trabalham... E têm a felicidade de ter um contrato de trabalho como segurança.
Porque, frequentemente, a política que ambiciono e projecto é muito distante da política praticada. Mas também porque a política é essencial para o quotidiano equilibrado de uma sociedade sustentável!!